Reflexão

“Nunca tivemos tantas opções para decidir nosso destino.
Nenhuma escolha será boa, porém, se não soubermos quem somos” (Peter Drucker)


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quinta-feira, 9 de março de 2017

Coaching para Resultados Positivos

MUDANÇA DE CARREIRA EM TEMPOS DE CRISE - SAIBA QUANDO É A HORA CERTA.

Buscar informações e avaliar estrategicamente sua carreira agrega muito na hora de tomar decisões e fazer sua escolha. 

Se a profissão de coach tem crescido nos últimos anos é porque as pessoas estão, de fato, buscando direcionamento em busca de resultados mais positivos. Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos, aproximadamente 5 milhões de pequenas empresas já utilizam algum tipo de coaching. 

A psicóloga e coach Thais Bruschi, que possui oito anos de experiência em recolocação profissional, observa que, anos atrás, as pessoas "pulavam" de emprego para emprego. Já hoje, isso não acontece mais.
"Agora o que se busca é a satisfação. Se antes as pessoas viam o trabalho como uma forma de ganhar dinheiro, hoje tem que ser também uma realização para a vida pessoal e profissional. Além disso, as empresas também estão mais interessadas em reter talentos", explica. 

Diante dessa realidade, as sócias Thaís e Gabriela veem a procura por processos de desenvolvimento aumentar significativamente no escritório. "O maior índice de procura são por pessoas que estão realmente buscando uma recolocação profissional. Elas buscam um direcionamento mais certeiro, com o objetivo de se conhecerem melhor e saberem de fato, para onde realmente querem ir, chegar", afirma Gabriela. (M.O.)




Quer saber mais sobre o assunto? Leia, na íntegra, o artigo escrito por Micaela Orikasa da Folha de Londrina em Reportagem publicada da Folha de Londrina no 07.09.2015
Disponível em: 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Um momento para a mudança

Todos nós temos sonhos. Alguns são pequenos, outros são grandes. A maioria é possível e uma boa parte destes sonhos são bem desafiadores.

Provavelmente você conheça ou já tenha ouvido milhares de história de sonhos que foram realizados, desafios que foram superados e mesmo até de pessoas que se emocionam por nunca terem conseguido alcançar aquilo que desejavam. Vemos também várias histórias de realização após um acidente, uma tragédia ou um trauma e algumas de pessoas que tiveram seus sonhos e brilho nos olhos interrompidos por momentos como estes.

O que distingue as pessoas que realizam seus sonhos daquelas que não conseguem?

Muitas pessoas não valorizam o sonho por ele ser pequeno e por isso acreditam que uma hora, de alguma maneira, aquilo vai acontecer. Outros já vêm o sonho como algo tão grande que seria impossível de realizar, aí adivinhe, também não fazem nada para concretizá-lo.

Muitos esperam um momento, um acontecimento, as vezes até um milagre, para dar um significado, um sentido à vida.

Quando eu for grande...
Quando eu passar no vestibular...
Quando eu arrumar um emprego...
Quando eu for promovido
Quando eu casar...
Quando eu tiver filho...
Quando eu tiver uma casa
Quando eu me aposentar....
Quando...
Quando?

E assim a vida passa...e talvez o momento da realização nunca chegue. Dar tempo, prazo, é essencial, porém esperar por esse momento, ou condicionar a sua felicidade, o seu engajamento, a sua ação para iniciar um sonho, provavelmente não é uma boa estratégia.


Parece que é preciso que algo externo aconteça para tirar a pessoa do “marasmo da vida”, trazendo-a de volta ao mundo real, de possibilidades, escolhas e responsabilidades. E o fato é que as coisas acontecem, o tempo todo, entretanto, nem sempre estamos prontos, abertos ou atentos a estes eventos. Esperamos grandes coisas e não enxergamos as grandes pequenas coisas que acontecem, a todo momento.

A verdade é que não é o tamanho ou complexidade do seu sonho que vai ser determinante para que ele se realize, o que realmente faz a diferença é a importância que você dá a ele.

Se você olhar para você hoje, diria que está satisfeito com a vida que tem? Com as escolhas que fez? Com as realizações que tem alcançado?
Como estão os seus sonhos? Definidos, planejados, guardados ou perdidos?
E as suas ações? O que você faz, o que está fazendo e o que planeja fazer, te aproxima ou te afasta de onde você quer chegar?

Quem não faz pequenas coisas, não realiza grandes coisas. Defina, decida, comece! Faça isso agora! Talvez essa seja a hora! Talvez esse seja o momento que você estava precisando para tomar as rédeas de sua vida e fazer acontecer. Faça acontecer!


Também disponível em: Blog Juntus Coworking

quinta-feira, 28 de julho de 2016

A troca de informações durante a orientação profissional faz com que as idéias fiquem claras e a busca pela vocação passe a ser algo instigante e prazeroso, vindo de dentro pra fora até chegar a grande ação de escolha da profissão.
E aí, vai ficar de fora?

Conheça mais em Let's Groow TOPi

terça-feira, 19 de julho de 2016


O TOPi foi desenvolvido devido a grande demanda que nosso escritório tem perto da data de abertura de inscrições. Entretanto, o processo de Orientação Profissional dura em torno de 3 meses.
Para atender a esse público que quer confirmar sua escolha, ou ainda partir do zero e definir sua inscrição, criamos esse projeto de imersão.
Geralmente em um processo de Orientação Profissional trabalhamos 10 horas com o cliente, uma vez por semana para ir amadurecendo e desenvolvendo a segurança.
No T.O.P.i são 12 horas intensas e focadas, divididas em 2 dias, onde o adolescente será desafiado e motivado a se conhecer, buscar maiores informações, tendo mais segurança para sua escolha.
Ainda que o adolescente já saiba o curso que irá prestar no vestibular, participar desta vivência vai fortalecer sua confiança e segurança, que são essenciais para manter o foco nos estudos e dar a tranquilidade que ele precisa no momento da prova.

Entre no nosso site, conheça mais sobre o programa e garanta a sua vaga!




domingo, 16 de agosto de 2015

Oportunidade de Alavancar sua Carreira

Você conhece alguém que gostaria de:
* Alavancar sua carreira?
* Se destacar no mercado de trabalho?
* Ser mais reconhecido profissionalmente e financeiramente?

Você conhece alguém que às vezes tem a sensação
* de que as pessoas não entendem o que falam?
* de que pode ir mais longe... e quer ir mais longe...
mas que sua comunicação não está ajudando?

Em Outubro nos dias 20 a 26, estará acontecendo o I Conincar - Congresso Internacional de Comunicação para Altos Resultados.


Este Congresso acontecerá 100% online!
Isso significa que você poderá assistir de onde você estiver...sem ter que gastar com passagens e hotel.

Serão mais de 50 Paletras com os melhores e maiores experts em Comunicação... Coaches, psicólogos, gestores, profissionais de RH, que irão compartilhar o que e como fazer para alavancar sua vida profissional.

E tem mais... haverá cases de altos executivos e CEOS de empresa que irão contar o que eles fizeram, como ultrapassaram as maiores barreiras e desafios…

A Coach Thaís Bruschi do time GROOW será uma das Palestrantes convidadas com o tema Potencializando a Comunicação do Líder em 5 Passos.




Ficaremos muito feliz em ter você conectado conosco durante esta oportunidade!

Cada palestra terá uma transmissão gratuita, em dia e horário específico (ps: o cronograma ainda não foi divulgado).
Você só precisa se cadastrar para assistir a minha e todas as outras palestras que você quiser!

Clique aqui para cadastrar-se -> ConincaR

Detalhe, as vagas são limitas!

E se você conhece alguém que também gostaria de ter essa mesma oportunidade que você, de participar deste congresso, convido você nos ajudar a multiplicar este congresso...
Curta e compartilhe nossa fanpage! Fanpage ConincaR.

Mas agora, o primeiro passo é você se inscrever!



Abraços e nos vemos no Congresso!!!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Feedback em Processos Seletivos

Abaixo uma reportagem sobre o Feedback em Processos Seletivos com entrevista da Coach Thaís Bruschi e sua Coachee Alessandra Pitta.

Empresas não dão retorno sobre processo seletivo

Pesquisa revela que 91% dos entrevistados não recebem feedback dos selecionadores

Pesquisa realizada pelo site de empregos Curriculum mostra que 91% dos entrevistados não recebem nenhum retorno de sua participação na entrevista por parte do selecionador. Portanto, se não são classificados, ficam sem receber informação alguma com relação ao término do processo, muito menos acerca de seu desempenho. Dentre os 9% que tiveram um feedback do selecionador, 31% relataram que o tempo médio para recebê-lo é de até uma semana. No entanto, 72% responderam que não recebem explicações quando ele é negativo. O levantamento foi feito este ano e ouviu 9 mil profissionais em todo o País.

A primeira edição da pequisa havia sido feita em 2012 e já apontava para a mesma problemática. Os resultados anteriores mostraram que 83% dos candidatos não receberam nenhuma resposta. Já dos profissionais que obtiveram feedback naquela época (17%), a maioria disse que o tempo médio para retorno era de até uma semana, o que se equipara ao resultado atual. No entanto, mais da metade (51%) disse que nunca recebeu nenhuma explicação sobre os motivos da não aprovação, um número relativamente menor que os 73% da recente pesquisa.

Para Marcelo Abrileri, presidente da empresa, a pesquisa aponta os Recursos Humanos (RH) como vilão da história, mas este setor é também "uma vítima". "Quando questionamos os responsáveis, dizem que dar um retorno não é algo tão simples. Argumentam que possuem muitos processos seletivos ocorrendo ao mesmo tempo e voltar para comunicar a todos é muito difícil, devido ao próprio ritmo do setor e ao acúmulo de trabalho", aponta. Porém, Abrileri afirma que o feedback é extremamente importante para a imagem da empresa e, sobretudo, para o candidato. "É uma questão de respeito com a pessoa, acima de tudo", pontua.

Thaís Bruschi, psicóloga e coach em Londrina, concorda que oferecer um retorno ao candidato, após o fechamento da vaga, é uma demonstração de respeito e compromisso por parte do selecionador e da empresa que ele representa. "Afinal, o candidato se colocou à disposição da empresa selecionadora, dedicou seu tempo, criou expectativas e cumpriu sua parte neste processo. Para a empresa, cria-se uma imagem positiva; para o candidato, ele se sente valorizado, respeitado, ainda que não receba a resposta esperada."

E os números da pesquisa comprovam isso. Questionados sobre a importância de um retorno após a participação em um processo seletivo, 88% disseram ser "muito importante". Acerca dos principais motivos que levam um profissional a desejar uma resposta, 54% dos entrevistados disseram que o gesto demonstra respeito a quem participou da entrevista; 15% pensam que é ideal para não persistir no erro nas próximas vezes; outros 15% afirmaram que é para saber se têm chances numa futura oportunidade; 14% que é para poder seguir em outras entrevistas de emprego; e apenas 2% responderam que é para dar uma resposta a outro selecionador.


Falta de resposta pode afetar imagem

A pesquisa mostra ainda que 95% dos profissionais gostariam de saber quando a vaga foi fechada, mesmo sem terem sido chamados. Outro dado relevante é que 86% dos entrevistados apreciariam saber quantos candidatos concorrem na mesma oportunidade, 98% achariam de bom grado tomar conhecimento das chances de serem chamados para uma entrevista e 90% gostaram da ideia de poder ter um feedback automático do RH.

E qual o motivo das empresas não priorizarem essa etapa? Segundo a coach Thaís Bruschi, algumas empresas simplesmente não consideram este procedimento como uma etapa do processo seletivo e acreditam que fica implícito que se não foi feito o contato é porque o candidato não foi aprovado. "Há, ainda, a questão cultural; os recrutadores não estão acostumados a dar feedback, não aprenderam a fazer isso e não o veem como uma ação estratégica", completa.

Para evitar esta situação, ela sugere que o candidato deve ser informado de todas as etapas do processo que participará. "Se não for possível informá-lo que passou ou não para a próxima etapa, ele ao menos deve ser avisado do prazo máximo para obtenção de tal resposta. Assim, evita-se que o candidato fique ansioso pela espera, sem saber o que está acontecendo. É importante também informar as possíveis formas de contato, como e-mail, SMS, telefonema ou carta via correio."

De acordo com o professor de coaching do Isae FGV, Sócrates Vituri, caso o candidato dependa do retorno para dar resposta a outro selecionador ou, apenas queira saber de sua classificação, o ideal é retornar à empresa num período entre uma e duas semanas se o cronograma não foi apresentado. "O mais correto é que a própria empresa pudesse fazer isso, para fechar um ciclo, e por uma questão de respeito ao candidato que despendeu tempo, deslocamento e investimento financeiro para se candidatar. Além disso, o feedback, ainda que negativo, pode auxiliar o profissional a buscar melhoria de suas competências", resume.

Já com relação à imagem da empresa, Vituri atenta que, em conversas informais, certamente, a postura da empresa em não dar retorno será comentada e mal vista pelos demais. "Isso demonstra como a empresa trata seus colaboradores e de que forma respeita os profissionais. Reflete ainda na imagem corporativa, do comprometimento social que esta possui."(M.T.)

Reportagem de Marian Trigueiros. Disponível em: http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--3057-20140526

26/05/2014 -- 00h00

"Feedback tem que ser baseado nas competências do candidato"

Gustavo Carneiro
"É muito ruim para a pessoa, gera uma ansiedade enorme", queixa-se Alessandra Pitta, que já ficou sem retorno após participar de processo seletivo
O feedback pode ser feito de duas maneiras: comunicado objetivo e padrão – geralmente via e-mail, informando apenas que o candidato não foi selecionado ou, de forma mais elaborada e detalhada, apontando os motivos pelo qual o profissional não passou no processo. "Um ponto de extrema importância para o selecionador é estar atento à legislação quanto ao seu julgamento, pois há diversos aspectos que podem ser considerados como discriminação", reforça a psicóloga e coach Thaís Bruschi.

Nesse caso, o professor Sócrates Vituri comenta que o recrutador deve deixar claro que o candidato não possui o perfil para aquela determinada vaga ou para a empresa no momento. "Tudo deve ser feito de maneira a não ferir a identidade da pessoa. O feedback tem que ser baseado apenas nas competências do candidato", diz, completando que o retorno pode vir acompanhado de apontamentos de possíveis melhorias na formação para uma função ou vaga específica.

A recepcionista bilíngue Alessandra Pitta sabe bem o que é esperar uma resposta e não recebê-la. "Já participei de vários processos seletivos – tanto de empresas quanto de recrutadores – que prometeram dar um retorno ao final do processo e não deram. É muito ruim para a pessoa que está participando, gera uma ansiedade enorme, ainda mais se está desempregado ou tem muito interesse naquela vaga", conta. Ela comenta que alguns recrutadores avisam no momento da entrevista se dão ou não retorno, porém, nem sempre isso acontece e não há "espaço" para perguntar. "Já tive de ligar depois de um tempo para saber minha classificação porque dependia da resposta para decidir sobre outra vaga para a qual tinha sido chamada."

Além do retorno com o resultado, Alessandra diz que gostaria de receber um feedback sobre seu desempenho na seleção, ainda que não tenha conquistado a vaga. "Uma vez cheguei bem longe em um processo de uma grande empresa. Tinha muito interesse e esperança de conseguir a vaga. Mas recebi um e-mail dizendo apenas que não havia passado. Retornei perguntando o motivo e nunca me deram resposta. Gostaria de saber o que não me classificou, porque, certamente, eu iria buscar melhorias para uma outra oportunidade", comenta. (M.T.)

  
Reportagem de Marian Trigueiros. Disponível em: http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--3058-20140526

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Direcionamento de Carreira



Para uma carreira melhor daqui para frente, qual é o próximo passo na SUA ESTRATÉGIA?Afinal, quem é que mais conhece os valores que te movem para a realização dos seus sonhos profissionais, do que você mesmo?

Reflita e inicie agora mesmo o desenvolvimento de um plano para atingir suas metas profissionais! 
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A Corrida

Uma prova de dez quilômetros que eu, como amadora, corri me fez pensar e fazer esta metáfora com a VIDA. Nossa vida nada mais é do que isso, uma corrida, uma corrida pela vida. Durante esse percurso você vê muitas pessoas na largada, de todos os tipos: jovens, mais experientes, amadores, profissionais, aqueles que estão correndo pela primeira vez, outros que pertencem à elite esportiva e que querem chegar ao pódio. Há, ainda, aqueles que querem correr para completar a prova, os que querem melhorar seu próprio tempo, os que estão apenas caminhando.

Nossa vida é exatamente assim: somos diferentes, temos objetivos diferentes, mas estamos na mesma "corrida” chamada de vida. Na largada, as pessoas estão empolgadas, animadas e com sorriso no rosto. Mas, logo no primeiro quilômetro podem ocorrer alguns acidentes, uns torcem o pé e logo têm que abandonar a prova, outros vão em duplas ou em grupo, e talvez,  passando do segundo quilômetro já se perdem, pois o ritmo de cada um é diferente. Também existem aqueles que vão juntos até o final, outros começam no maior pique e vão diminuindo. Outros começam devagar e vão aumentando sua resistência lá na frente.
Há, ainda, aqueles que dão uma caminhadinha e depois voltam a correr, já cheguei a ver aqueles que esperam os amigos, voltam atrás para dar aquela animada naquele que está pensando em desistir. Há participantes que gritam e assim, dão uma injeção de ânimo nos outros. Encontramos pessoas nas ruas que não participam da prova, e ainda assim, estão nos dando forças para cruzar a linha de chegada. A família de alguns corredores acordam cedo, buscam um ponto estratégico para ver toda a corrida, preparam água ou isotônico, traz motivação e registram cada momento, pois esses momentos são especiais e precisam ser fotografados, ficam as lembranças.
Vamos encontrar obstáculos, terá chuva, muito sol, frio também e talvez, desníveis. Cuidado para não cair. Existem pessoas tão motivadas, com tanta vontade que vão correr com gripe, mal estar e tem aqueles, que vão até com alguma contusão. Pois é, essas pessoas não desistem.
Notamos pessoas que passam por nós como um furacão e quase nos derrubam, depois lá na frente, você passa por eles já caminhando. E naquele momento que você está praticamente desistindo, passa por você correndo aquela pessoa e diz: Vamos, estou no teu ritmo. E agora, vamos juntos! Essa pessoa vai contigo até o final da corrida e acaba por virar um amigo. O contrário também acontece, vemos aqueles que desistem e não se sentem fortes. Esses, simplesmente saem de cena.
Vamos falar a verdade: será isso que acontece no dia a dia das nossas vidas? Sim, exatamente!
Estamos numa corrida, e só chegam ao final àqueles que são fortes, determinados, focados e possuem objetivos definidos. Àqueles que sonham, e faz desses sonhos realidade.

Por isso, estabeleça uma meta e prepare-se. Treine muito. Durante o seu percurso você se surpreenderá, pois a DIVERSÃO e a EMOÇÃO estão no seu CAMINHO. Sonhe, lute por aquilo que você deseja e tenha paixão. Momentos difíceis existirão, mas lembre-se do seu objetivo maior. Lembre-se aonde você quer chegar e aí vai ser incrível, no final você é um VENCEDOR!

Texto de Marisol Chiesa
(RH da empresa Apetit)


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

É tempo de realizar!

O tsuru é um dos origamis mais conhecidos no mundo. Essa dobradura representa o GROU – ave sagrada e popular no Japão que simboliza saúde, fortuna, boa sorte, felicidade e longevidade. Uma lenda desta cultura diz que quem fizer mil tsurus, com o pensamento voltado para aquilo que deseja, terá seu pedido realizado. Ao invés de fazer um pedido ou uma oração sem oferecer nada em troca, no oriente é costume você concretizar algo, cumprir uma tarefa, até que o que deseja seja atingido. Acredita-se que na medida em que a pessoa se dispõe a fazer 1000 objetos semelhantes, está se concentrando naquilo que deseja e isso promove foco e determinação, essenciais para alcançar seus objetivos. Ainda, quem trabalha com origamis desenvolve sua memória, criatividade, raciocínio lógico, percepção visual e espacial, atenção, concentração, alívio de stress e tensões, paciência, tranquilidade e aumenta sua autoestima.

Foco e determinação te levarão aonde você quiser chegar.
A GROOW|Coaching & DH. deseja aos nossos clientes, parceiros e amigos um 2014 repleto de saúde, felicidade e realizações, que você possa enxergar as 365 novas oportunidades de ser plenamente feliz.
Presentear alguém com o tsuru significa sinceros votos de FELICIDADE e LONGEVIDADE!

Compartilhe com todos aqueles que são especiais para você!!!

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Depoimento


Depoimento de um SUPER PROCESSO de Coaching de um cliente SHOW!

Parabéns VOCÊ FEZ A DIFERENÇA!!

Obrigada por poder contribuir com você! 

Sucesso SEMPRE Alexandre Souza!





Gabriela Guimarães
Executive & Personal Professional Coach

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Depoimento

 Ser coach é um grande privilégio. Acompanhar o desenvolvimento e as mudanças do coachee é gratificante demais. Segue abaixo a avaliação qualitativa que um cliente fez e me autorizou a publicá-la. Parabéns Henrique! Pela dedicação, pela aplicação, pelo desenvolvimento e pelo sucesso!!! Você merece!!

1. Por que valeu a pena fazer coaching?
Obtive um crescimento pessoal, profissional, nos meus relacionamentos, com a minha família, ou seja em todas as áreas da minha vida. O coaching é incrível, ele traz um crescimento que eu não imaginava ser possível e que eu era capaz, em pouco tempo. Cada sessão é uma novidade e não há desperdício de tempo, tudo é aproveitado. Consegui realizar tarefas, sonhos e mudanças que há muito tempo buscava e agora obtive e obtenho sucesso.

2. Quais os resultados específicos e mensuráveis obtidos durante o coaching? 
Com o coaching obtive muitas conquistas segue alguns exemplos:
- Hoje eu me entendo melhor, sei que eu tenho controle das minhas emoções e de como eu quero estar, sei identificar os meus medos, bloqueios e todos os sabotadores que atrapalham o desenvolvimento de ações, ideias e sonhos - tenho todas as ferramentas para elimina-los da minha vida e focar no desenvolvimento intelectual e em todo potencial que eu tenho;
- Consegui desenvolver meu TCC, com empenho, planejamento e com toda alegria posso dizer que entreguei a primeira parte com excelência, algo que eu buscava há um ano;
- Recuperei a autoestima nos estudos, com a recuperação das notas em todas as matérias;
- Aprendi a controlar as minhas emoções;
- Melhorei o relacionamento com meus pais;
- Aprendi a ser pontual com os compromissos reduzindo em 90% os atrasos;
- Diminui as discussões com minha esposa;
- Administro o meu tempo com a minha família;
- Aprendi a tomar decisões com segurança e rapidez, aumentando a solidez institucional da minha empresa;
- Hoje eu faço a gestão do meu tempo e de todos os finais de semana com a minha família; eu planejo, discuto e decido com a minha esposa o que vamos fazer a cada fim de semana, nas férias, nas finanças e em nossos negócios, e em tudo isso o coaching ajudou na minha formação e capacitação para que as escolhas corretas sejam tomadas, com toda segurança. Tenho certeza também que esta segurança é transmitida para a nossa filha de um ano e meio, trazendo um ambiente muito melhor para o seu desenvolvimento.

3. Por que você recomendaria um processo de coaching a outra pessoa?
São ferramentas aplicáveis e verdadeiras. A cada sessão é possível obter mudanças, só depende da pessoa. 
O tempo em cada sessão é 100% aproveitado. Tudo é fixado de uma forma intrínseca e definitiva no individuo.
Qualquer pessoa pode obter ganho em todas as áreas de sua vida.
Por isso tudo recomendaria este método e suas ferramentas com toda certeza.

4. Escreva aqui um depoimento que expresse sua satisfação e percepção em relação ao processo de coaching e seus resultados:
É um processo árduo, mas gratificante e maravilhoso, pois traz ferramentas praticas e aplicáveis. Não é simplesmente uma palestra motivacional que ao final você sai e tudo volta como era antes, ocorre uma verdadeira mudança comportamental.
São coisas que você aprende para a vida, não tenho mais medo de regressar ou esquecer do que eu aprendi, pois não tem como esquecer de respirar. O coaching faz o mesmo com o seu comportamento e sua percepção, fica tudo automático, é como se fosse uma necessidade fisiológica ser assim, como você aprendeu no processo. Os ganhos e resultados não param.

Obrigado a minha Coach Thaís Bruschi.
 Antonio Henrique Medina 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Invista no SEU MODELO DE NEGÓCIO PESSOAL, ou seja, invista em VOCÊ!

VOCÊ profissional liberal, autônomo, prestador de serviço, profissional com carreira em organizações ou quem deseja uma transição de carreira planejada. 

Potencialize sua carreira através do Coaching, aprimorando suas competências e desenvolvendo as suas habilidades individuais. 

Planeje e foque no seu futuro para alcançar seus objetivos pessoais e profissionais!



terça-feira, 9 de julho de 2013

EU FIZ COACHING

“EU FIZ COACHING”

Você já viu um atleta talentoso perder porque, na hora H, parecia desconcentrado? Percebeu a falta de garra de um time ou, ao contrário, a incrível performance de outro? É mesmo mais fácil ver tudo isso quando a gente observa a cena de fora, exatamente como faz um coach, termo que significa treinador e migrou do mundo esportivo para o universo das relações profissionais.

'Aprendi a lidar com as emoções de uma forma mais madura'
Maria Isabel Berto Magdaleno de Paiva tem 44 anos e, desde os 24, quando começou a trabalhar, sempre esteve envolvida com a área de RH. Não teve dúvida na hora de escolher o tema da sua pós-graduação - gestão de pessoas-, similar ao do MBA, que fez na Fundação Getúlio Vargas. Mas, mesmo com toda essa bagagem, ficou insegura na hora de assumir o posto de diretora de RH. 'Num momento de grandes mudanças dentro da empresa, senti que precisava de ajuda para me organizar e planejar o futuro', diz Isabel, que, depois de ter acompanhado tanta gente nesse mesmo processo, decidiu usar o coaching a seu favor. Aqui, ela conta a experiência.
Depois de oito meses no cargo, com a empresa passando por uma fase importante de transição, percebi que não estava conseguindo lidar com a alta expectativa da situação. Além disso, era a única mulher na diretoria... Tinha que entender melhor quais eram meus objetivos naquela nova função, e isso era urgente, sob o risco de comprometer questões da empresa e o meu próprio desempenho. Fiz dez sessões individuais, que aconteciam uma vez por semana ou a cada 15 dias, dependendo da minha ansiedade, da disponibilidade e também do quanto eu mesma tinha conseguido fazer das 'lições de casa'. Nesses encontros, relatava meus problemas e o coach fazia perguntas, buscando aguçar meu raciocínio para que eu mesma encontrasse as respostas. À medida que contava minhas dificuldades, ele me dava sugestões e ia me conduzindo com exercícios. Se ia lidar com algum assunto complicado, por exemplo, eu planejava e escrevia tudo antes, como um roteiro: qual era meu objetivo naquela conversa; o que pretendia com tal pessoa; quais resultados queria atingir; assim por diante. Isso ajudava a não sair do foco. Aí praticava com o coach, que me orientava sobre a forma de falar, o tom de voz, a postura, a atitude etc. Parece simples, mas é um processo que exige dedicação e sinceridade, sobretudo consigo mesma. É como se a gente fosse planejar uma viagem. Tenho que descobrir para onde quero ir, que lugares quero conhecer, como vou me preparar... A gente foca o alvo, elabora um plano, pensa em ações e parte para a prática.
O coaching durou quatro meses, mas, até hoje, faço sessões extras quando sinto necessidade. Passar por isso me trouxe mais segurança. Aprendi a controlar minhas emoções, a lidar com elas de uma forma mais madura. Passei a ouvir mais e fiquei mais objetiva. Ganhei como pessoa e como profissional.'

3 perguntas para o especialista

Sílvio Celestino é um coach, o profissional especializado em orientar outros profissionais em busca de certos resultados. Às vezes, a meta é aprimorar a performance pessoal; em outros casos, a ideia é melhorar os relacionamentos ou definir contornos de um novo projeto. Esse processo pode ajudar a crescer, a repensar a carreira e até a vislumbrar outra. Sílvio - ex-empresário da área de tecnologia da informação- refez a sua depois de um coaching, experiência que ele conta no livro Conversa de elevador - Uma fórmula de sucesso para sua carreira (ed. Sedna, 184 págs., R$ 30).

Marie Claire O que acontece no coaching - é como se fosse uma sessão de terapia?
Sílvio Celestino
É diferente do processo terapêutico, que procura explicações no passado. O foco do coaching é no futuro: onde a pessoa pretende chegar e que ações pode realizar para isso. Diálogo é uma boa palavra para definir o que acontece em uma reunião de coaching. Conversando, traçamos um plano para a pessoa atingir determinada meta, e isso vira lição de casa. Na reunião seguinte, avaliamos os resultados desses primeiros passos e, principalmente, a forma como ela agiu, se negociou e transpôs ou não as dificuldades. Se a pessoa não é bem-sucedida nessa etapa, vamos atrás do motivo: estresse, falta de foco, incapacidade de lidar com frustrações? Feito o diagnóstico, o coach usa técnicas que conduzem o profissional a novas ações. Esse processo vai sendo repetido até que ela realize seu desafio.

MC O que leva alguém a fazer coaching? E as empresas, por que chamam um coach?
SC
No primeiro caso, as principais queixas têm a ver com estresse, definição da carreira e equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional. Já no que chamamos de 'coaching executivo', há as dificuldades de comunicação, os problemas nos relacionamentos, a busca por alta performance profissional e questões ligadas à gestão do tempo.

MC O coaching também é indicado para quem tem vontade de mudar de área?
SC
Sim, eu passei por isso. Todo mundo pode enfrentar momentos em que se sente perdido ou quer mudar de profissão e não sabe por onde começar. O processo ajuda a refletir e a ver novas perspectivas a partir de uma visão diferente. Em geral, estamos muito envolvidos em nossas próprias realidades e não é fácil enxergar alternativas. Com o coaching, a pessoa é levada a pensar em aspectos que não está observando e motivada a criar atitudes que viabilizam seu sonho.

ONDE ENCONTRAR Como a prática é relativamente nova e ainda não conta com regulamentação governamental, é importante buscar referências e indicações nas várias entidades que já existem (no Brasil e no mundo) e que conferem credibilidade aos profissionais: Sociedade Brasileira de Coaches (www.sbcoaching.com.br), Federação Internacional de Coaches (www.coachfederation.0rg/ICF), Instituto de Coaching Integrado (www.coachingintegrado.com.br), Lambent do Brasil (www.lambent.com) ligada à International Coaching Community (www.internationalcommunity.com) e FIA - Fundação Instituto de Administração (www.fia.com.br).


QUANTO CUSTA As qualificações e a própria experiência do profissional certamente pesam no valor do coaching, mas, em média, a sessão individual de 60 minutos sai por cerca de R$ 300. Quando o processo acontece dentro de uma empresa, o valor da reunião de 60 minutos pode chegar a R$ 500. Já o coaching em grupo (cinco pessoas, em geral) custa em torno de R$ 2.500 e as sessões duram duas horas.



  
ORGANIZADOS VIVEM MAIS
É o que diz uma pesquisa. Aqui, dicas para ajudar as bagunceiras

Agora você tem mais um motivo para arrumar a bagunça. Um estudo da Universidade da Califórnia (EUA) com 9 mil voluntários mostrou que pessoas organizadas vivem até quatro anos mais do que as desorganizadas. A explicação é simples: 'Os ordeiros tendem a ser mais disciplinados e tomam atitudes mais conscientes em vários aspectos da vida. Assim, são mais saudáveis: fumam e bebem menos, correm menos riscos...', diz o psicólogo Howard Friedman, autor da pesquisa. A personal organizer Luiza Vieira dá dicas para ajudar as desordeiras a diminuírem o caos - pelo menos no escritório.
Agenda
Anote tudo: tarefas, compromissos do dia, pendências. Para que seu tempo renda, tente fazer primeiro o que for mais fácil e deixe o mais difícil e demorado para o final.

Mesa de trabalho
Providencie uma lixeira. Descartar o que é inútil é fundamental para manter tudo em ordem. Em cima da mesa, ficam somente papéis relacionados ao projeto que está atualmente em andamento e objetos usados diariamente, como canetas, grampeador e calculadora. As gavetas devem ser organizadas por categorias: deixe uma delas para objetos pessoais.
Documentos de computador
Os arquivos virtuais devem ser organizados por assunto. Faça semanalmente backup em DVD de tudo que é importante. Promova uma faxina a cada seis meses, apagando os documentos e e-mails de assuntos encerrados. Mantenha separados os arquivos pessoais dos profissionais.



Fonte: Revista Marie Claire – Fev/2009


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A tal da felicidade: transição de carreira sem sobressalto


Professora da FGV mostra como identificar qual movimento de carreira você realmente precisa fazer antes de tomar medidas drásticas
Caroline Marino (redacao.vocesa@abril.com.br)  29/01/2013

Ana Luisa Pilopas, da FGV: o profissional deve entender as razões do seu desejo de mudança                   Crédito: Alexandre Battibugli
Ana Luisa Pilopas, da FGV: o profissional deve entender as razões do seu desejo de mudança - Crédito: Alexandre BattibugliNos últimos três anos, a coach e professora Ana Luisa Pliopas, 
coordenadora do Centro de Estágio e Colocação Profissional (Cecop), da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), recebeu dezenas de executivos em seu escritório dizendo-se insatisfeitos com o trabalho e com vontade de jogar tudo para o alto.

O conselho inicial que ela dá a todos é o mesmo: identificar a fonte do desgosto. Isso porque nem sempre é preciso uma mudança radical, como trocar de profissão, para encontrar a tal felicidade no trabalho. Segundo Ana Luisa, às vezes apenas uma mudança de empresa ajuda. "O profissional deve saber se a insatisfação está na companhia, no chefe ou na atividade em si", diz. Em entrevista a seguir, Ana Luisa, explica como escolher o melhor caminho e fala sobre os obstáculos que podem vir com a mudança.
Quais sinais apontam que é preciso mudar?
Os mais comuns são velhos conhecidos: falta de vontade de ir ao trabalho, sensação de que não está mais evoluindo profissionalmente, redução de esforço para desempenhar as atividades do dia a dia, falta de vontade de ajudar a equipe e mau humor.
Por que, hoje em dia, os profissionais sentem tanta angústia no trabalho que têm?
A insatisfação é normal, principalmente, dos 30 aos 40 anos. Nessa fase, o profissional questiona muito suas escolhas. Sempre existirá algo que você não vai gostar em sua profissão. A questão não é essa, é a maneira com que faz seu trabalho e o propósito que dá a ele. Se você acredita nele e tem prazer na maioria das atividades, é possível ser feliz. Questionar-se sobre seus valores e desejos ajuda a encontrar um emprego que faça sentido. Mas não dá para esperar um trabalho onde você passe 100% do tempo fazendo coisas que você gosta. Isso é ilusão.
Como decidir que caminho seguir?
Alguns exercícios podem ajudar nessa descoberta. Durante uma semana, ao final do dia, analise as atividades que você mais gostou de fazer e dê notas. Isso começa a nortear sua insatisfação. Reserve um tempo fora do trabalho para escrever sobre as coisas que lembra que gostava de fazer no passado e faça uma lista do que não pode faltar em seu trabalho. Para alguns, por exemplo, não pode faltar um ambiente tranquilo, para outras, um horário flexível é essencial, para outros um salário alto é o mais importante.
Para os que decidem fazer a transição mais radical, que é a de mercado, é possível traçar um roteiro para a mudança?
A primeira etapa é a de preparação, de conhecimento pessoal. Identifique quais são suas características pessoais, seus valores, suas preferências, objetivos pessoais e o que realmente você gosta de fazer. Depois disso vem a etapa de exploração. Sabendo mais sobre você, imagine três opções de profissão que você imagina que dariam certo e investigue. Converse com profissionais da área, leia. As pessoas têm muita ilusão quando pensam em carreira. Muitas vezes, vislumbram uma profissão, sem de fato conhecer como é seu dia a dia. Sempre haverá uma parte pesada no trabalho. O recomendado, quando se pensa em fazer uma transição de carreira, é realizar pequenos experimentos.  Veja os detalhes da profissão, como é a rotina de trabalho e como são as pessoas daquela área.
Para assumir uma nova carreira, é preciso saber lidar com as emoções?
Depende da etapa da transição e de qual mudança vai fazer. Se for uma mudança de mercado, depois de ter uma trajetória profissional bem sucedida, pode ser muito traumático, pois o profissional perde grande parte da identidade - ele vai recomeçar, literalmente. Vai trocar uma posição de gerência por um estágio, por exemplo, o que significa voltar a receber ordens. Nem todo mundo aguenta isso. Mas se houver um bom planejamento pessoal e financeiro, a mudança vale a pena.

Disponível em: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/carreira-transicao-tal-felicidade-transicao-carreira-sobressalto-732262.shtml