Reflexão
“Nunca tivemos tantas opções para decidir nosso destino.
Nenhuma escolha será boa, porém, se não soubermos quem somos” (Peter Drucker)
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Direcionamento de Carreira
Para uma carreira melhor daqui para frente, qual é o próximo passo na SUA ESTRATÉGIA?Afinal, quem é que mais conhece os valores que te movem para a realização dos seus sonhos profissionais, do que você mesmo?
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
A Corrida
Uma prova de dez quilômetros que eu, como amadora, corri me fez pensar e fazer esta metáfora com a VIDA. Nossa vida nada mais é do que isso, uma corrida, uma corrida pela vida. Durante esse percurso você vê muitas pessoas na largada, de todos os tipos: jovens, mais experientes, amadores, profissionais, aqueles que estão correndo pela primeira vez, outros que pertencem à elite esportiva e que querem chegar ao pódio. Há, ainda, aqueles que querem correr para completar a prova, os que querem melhorar seu próprio tempo, os que estão apenas caminhando.
Nossa vida é exatamente assim: somos diferentes, temos objetivos diferentes, mas estamos na mesma "corrida” chamada de vida. Na largada, as pessoas estão empolgadas, animadas e com sorriso no rosto. Mas, logo no primeiro quilômetro podem ocorrer alguns acidentes, uns torcem o pé e logo têm que abandonar a prova, outros vão em duplas ou em grupo, e talvez, passando do segundo quilômetro já se perdem, pois o ritmo de cada um é diferente. Também existem aqueles que vão juntos até o final, outros começam no maior pique e vão diminuindo. Outros começam devagar e vão aumentando sua resistência lá na frente.
Há, ainda, aqueles que dão uma caminhadinha e depois voltam a correr, já cheguei a ver aqueles que esperam os amigos, voltam atrás para dar aquela animada naquele que está pensando em desistir. Há participantes que gritam e assim, dão uma injeção de ânimo nos outros. Encontramos pessoas nas ruas que não participam da prova, e ainda assim, estão nos dando forças para cruzar a linha de chegada. A família de alguns corredores acordam cedo, buscam um ponto estratégico para ver toda a corrida, preparam água ou isotônico, traz motivação e registram cada momento, pois esses momentos são especiais e precisam ser fotografados, ficam as lembranças.
Vamos encontrar obstáculos, terá chuva, muito sol, frio também e talvez, desníveis. Cuidado para não cair. Existem pessoas tão motivadas, com tanta vontade que vão correr com gripe, mal estar e tem aqueles, que vão até com alguma contusão. Pois é, essas pessoas não desistem.
Notamos pessoas que passam por nós como um furacão e quase nos derrubam, depois lá na frente, você passa por eles já caminhando. E naquele momento que você está praticamente desistindo, passa por você correndo aquela pessoa e diz: Vamos, estou no teu ritmo. E agora, vamos juntos! Essa pessoa vai contigo até o final da corrida e acaba por virar um amigo. O contrário também acontece, vemos aqueles que desistem e não se sentem fortes. Esses, simplesmente saem de cena.
Vamos falar a verdade: será isso que acontece no dia a dia das nossas vidas? Sim, exatamente!
Estamos numa corrida, e só chegam ao final àqueles que são fortes, determinados, focados e possuem objetivos definidos. Àqueles que sonham, e faz desses sonhos realidade.
Por isso, estabeleça uma meta e prepare-se. Treine muito. Durante o seu percurso você se surpreenderá, pois a DIVERSÃO e a EMOÇÃO estão no seu CAMINHO. Sonhe, lute por aquilo que você deseja e tenha paixão. Momentos difíceis existirão, mas lembre-se do seu objetivo maior. Lembre-se aonde você quer chegar e aí vai ser incrível, no final você é um VENCEDOR!
Texto de Marisol Chiesa
(RH da empresa Apetit)
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sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Entrevista Timothy Gallwey
"Nós criamos boa parte
dos nossos problemas"
Timothy Gallwey
Consultor de empresas como Apple e Coca-Cola, ele afirma que as pessoas não sabem usar suas próprias habilidades e diz porque temos de aprender como as crianças
João Loes
Em 1972, o americano Timothy Gallwey, hoje com 73 anos, plantou a semente de uma prática até então quase desconhecida: o coaching. Com o livro “The inner game of tennis” (“O jogo interno do tênis”), publicado naquele ano, ele apresentou uma adaptação para o mundo corporativo do que aprendera nas quadras, como técnico do esporte, ao desenvolver uma forma inovadora de ensinar. Em menos de doze meses o livro vendeu mais de um milhão de cópias só nos Estados Unidos. Todos queriam testar o método de Gallwey, que, basicamente, propõe que todos nós já possuímos boa parte das habilidades que desejamos ter, só precisamos de alguém que nos ajude a fazê-las aflorar. E o coach, ou técnico, é essa pessoa. Com a fama adquirida, o coach, formado em Letras na Universidade Harvard, criou um filão e hoje tem como clientes empresas como Apple e Coca-Cola. Lançou uma série de livros nos quais aplica o conceito para outros esportes, como golfe e ski, e também ao stress, grande mal moderno. Hoje, Gallwey roda o mundo dando palestras e esteve no Brasil pela primeira vez na última semana. De sua casa em Malibu, Los Angeles, ele falou à ISTOÉ e revelou sua última aposta, o coach eletrônico. ”É um software que, com perguntas, estimula a reflexão sobre as qualidades e os defeitos de cada um”, diz. “Quero ajudar os usuários a clarearem suas idéias.”
ISTOÉ – Quais são os problemas mais comuns das pessoas que decidem recorrer a um coach?
Timothy Gallwey – Os clientes que recebo são, em sua maioria, gente de nível gerencial. Eles acham que estão trabalhando demais e aprendendo de menos. Eles executam um volume de tarefas absurdo, mas aprendem pouco com o que fazem. E isso é um problema, principalmente a longo prazo. Se outras equipes aprendem enquanto executam e você só executa, você ficará para trás. Quem me procura costuma estar em busca de algum mecanismo que viabilize o aprendizado durante a execução de uma tarefa banal, diária. Momentos de grande questionamento e dúvida sobre as próprias habilidades também costumam servir de gatilho para a busca de um coach. De maneira geral são pessoas muito estressadas e assustadas que buscam ajuda. E o coaching vai ajudar essas pessoas a usarem as habilidades que elas já tem, mas que estão dormentes. Há quem procure o profissional também apenas para dar mais sentido à própria vida.
Timothy Gallwey – Os clientes que recebo são, em sua maioria, gente de nível gerencial. Eles acham que estão trabalhando demais e aprendendo de menos. Eles executam um volume de tarefas absurdo, mas aprendem pouco com o que fazem. E isso é um problema, principalmente a longo prazo. Se outras equipes aprendem enquanto executam e você só executa, você ficará para trás. Quem me procura costuma estar em busca de algum mecanismo que viabilize o aprendizado durante a execução de uma tarefa banal, diária. Momentos de grande questionamento e dúvida sobre as próprias habilidades também costumam servir de gatilho para a busca de um coach. De maneira geral são pessoas muito estressadas e assustadas que buscam ajuda. E o coaching vai ajudar essas pessoas a usarem as habilidades que elas já tem, mas que estão dormentes. Há quem procure o profissional também apenas para dar mais sentido à própria vida.
ISTOÉ – Falando assim, parece ser uma solução relativamente simples para quase tudo.
Gallwey – Somos nós que criamos boa parte dos nossos problemas. Não é fácil resolvê-los, mas também não é impossível. Nossa cultura tende a focar nos desafios externos, como a competição do mercado, por exemplo. Com o coaching tratamos especificamente dos problemas que a gente cria, que são os maiores e que, muitas vezes, ficam ignorados. Felizmente, hoje cuidar desses problemas não é tão complicado como já foi. Durante algum tempo quem tinha coach ou precisava de um coach era visto como alguém com problemas psicológicos. Poucos gostavam de ser vistos com um coach. Isso mudou. A procura por coaches aumentou e hoje são muitos os executivos que têm o seu. Não é como a terapia, mas tem alguns efeitos parecidos com os da terapia.
Gallwey – Somos nós que criamos boa parte dos nossos problemas. Não é fácil resolvê-los, mas também não é impossível. Nossa cultura tende a focar nos desafios externos, como a competição do mercado, por exemplo. Com o coaching tratamos especificamente dos problemas que a gente cria, que são os maiores e que, muitas vezes, ficam ignorados. Felizmente, hoje cuidar desses problemas não é tão complicado como já foi. Durante algum tempo quem tinha coach ou precisava de um coach era visto como alguém com problemas psicológicos. Poucos gostavam de ser vistos com um coach. Isso mudou. A procura por coaches aumentou e hoje são muitos os executivos que têm o seu. Não é como a terapia, mas tem alguns efeitos parecidos com os da terapia.
ISTOÉ – Como distinguir o profissional sério de um picareta?
Gallwey – Checar se ele integra a Federação Internacional de Coaches é uma opção, embora existam muitos coaches bons por aí que não sejam federados. Verificar as credenciais dele – onde estudou, que empresas ou pessoas já atendeu e quais cursos de especialização fez, também é um bom caminho. Por fim – e esse, a meu ver, é o recurso mais valioso dos contratantes – é marcar uma ou duas sessões de coaching para avaliação. Se o cliente se sentir confortável nas sessões teste, ele pode contratá-lo com segurança. Duas sessões costumam ser suficientes para o cliente ver se o coach é bom.
Gallwey – Checar se ele integra a Federação Internacional de Coaches é uma opção, embora existam muitos coaches bons por aí que não sejam federados. Verificar as credenciais dele – onde estudou, que empresas ou pessoas já atendeu e quais cursos de especialização fez, também é um bom caminho. Por fim – e esse, a meu ver, é o recurso mais valioso dos contratantes – é marcar uma ou duas sessões de coaching para avaliação. Se o cliente se sentir confortável nas sessões teste, ele pode contratá-lo com segurança. Duas sessões costumam ser suficientes para o cliente ver se o coach é bom.
ISTOÉ – O coaching muda de cultura para cultura? O sr. já atendeu algum brasileiro?
Gallwey – Eu nunca fui coach de um brasileiro. O mais perto que cheguei foi a Argentina. E foi só para um seminário de dois dias em 2010 com pouco mais de 100 pessoas. Ainda existem muitas diferenças entre os vários mercados de coaching. Cada um usa seus métodos, mas não sei se dá para associar a escolha dos métodos com lugares. Eu, por exemplo, uso o método indireto de ensino. Nele tento tirar o melhor do aluno sem dar respostas a suas perguntas ou instruções diretas do tipo faça isso ou aquilo. Eu tento guiar o aluno até que ele encontre a resposta. Outras escolas são mais diretas, com coaches que dão respostas. O método indireto faz a pessoa se virar um pouco mais. E a pessoa se beneficia mais de suas potencialidades dessa maneira. Ela busca recursos em si mesma para chegar às respostas. É menos interferência.
Gallwey – Eu nunca fui coach de um brasileiro. O mais perto que cheguei foi a Argentina. E foi só para um seminário de dois dias em 2010 com pouco mais de 100 pessoas. Ainda existem muitas diferenças entre os vários mercados de coaching. Cada um usa seus métodos, mas não sei se dá para associar a escolha dos métodos com lugares. Eu, por exemplo, uso o método indireto de ensino. Nele tento tirar o melhor do aluno sem dar respostas a suas perguntas ou instruções diretas do tipo faça isso ou aquilo. Eu tento guiar o aluno até que ele encontre a resposta. Outras escolas são mais diretas, com coaches que dão respostas. O método indireto faz a pessoa se virar um pouco mais. E a pessoa se beneficia mais de suas potencialidades dessa maneira. Ela busca recursos em si mesma para chegar às respostas. É menos interferência.
ISTOÉ – Mas o sr. não viu nada de diferente nos latinos, por exemplo, se comparado aos europeus?
Gallwey – Acho que dá pra dizer que, pelo menos na Argentina, a inteligência emocional é bastante evoluída. Principalmente se comparada ao que se tem hoje nos Estados Unidos e na Europa. O problema é que, muitas vezes, a integração entre emoção e razão não está bem estabelecida. Então o sujeito consegue ser muito emocional ou muito racional diante do desafio. Fazer uma mistura equilibrada dos dois ainda é um desafio. E o coach pode ajudar nisso.
Gallwey – Acho que dá pra dizer que, pelo menos na Argentina, a inteligência emocional é bastante evoluída. Principalmente se comparada ao que se tem hoje nos Estados Unidos e na Europa. O problema é que, muitas vezes, a integração entre emoção e razão não está bem estabelecida. Então o sujeito consegue ser muito emocional ou muito racional diante do desafio. Fazer uma mistura equilibrada dos dois ainda é um desafio. E o coach pode ajudar nisso.
ISTOÉ – Como desenvolveu a teoria do jogo interno?
Gallwey – Sempre fui professor. Em 1971 resolvi parar um pouco para um período sabático. Nesse tempo resolvi dar aulas de tênis, um esporte que sempre joguei. Dando as aulas, percebi que, como professor, muitas vezes estava atrapalhando o aluno no seu processo de aprendizado. Percebi que dava muitas instruções e que essas instruções se acumulavam na cabeça dos alunos a ponto de eles não saberem mais como estavam jogando. Os grandes atletas não pensam que vão acertar a bola, eles simplesmente acertam. A mente deles está em silêncio nesse momento. Eles não pensam nos aspectos técnicos da coisa. Isso me fez pensar em uma forma de ensinar os alunos a jogar tênis sem que eu precisasse ensinar tênis a eles.
Gallwey – Sempre fui professor. Em 1971 resolvi parar um pouco para um período sabático. Nesse tempo resolvi dar aulas de tênis, um esporte que sempre joguei. Dando as aulas, percebi que, como professor, muitas vezes estava atrapalhando o aluno no seu processo de aprendizado. Percebi que dava muitas instruções e que essas instruções se acumulavam na cabeça dos alunos a ponto de eles não saberem mais como estavam jogando. Os grandes atletas não pensam que vão acertar a bola, eles simplesmente acertam. A mente deles está em silêncio nesse momento. Eles não pensam nos aspectos técnicos da coisa. Isso me fez pensar em uma forma de ensinar os alunos a jogar tênis sem que eu precisasse ensinar tênis a eles.
ISTOÉ – Que resultados obteve?
Gallwey – Resultados espetaculares. Ao deixá-los em paz e dar apenas diretrizes, e não instruções, os alunos começaram a aprender. E aprendiam cada vez mais rápido. Batizei o desafio que esses alunos conseguiram vencer de jogo interno – um jogo em que o medo de perder, a dúvida, a falta de concentração e o estresse são os maiores oponentes. Vi milagres nas quadras com o novo método. São princípios básicos e adaptáveis a muitas situações. Escrevi livros sobre o jogo interno de outros esportes, também do trabalho e do estresse sempre usando esse mesmo sistema.
Gallwey – Resultados espetaculares. Ao deixá-los em paz e dar apenas diretrizes, e não instruções, os alunos começaram a aprender. E aprendiam cada vez mais rápido. Batizei o desafio que esses alunos conseguiram vencer de jogo interno – um jogo em que o medo de perder, a dúvida, a falta de concentração e o estresse são os maiores oponentes. Vi milagres nas quadras com o novo método. São princípios básicos e adaptáveis a muitas situações. Escrevi livros sobre o jogo interno de outros esportes, também do trabalho e do estresse sempre usando esse mesmo sistema.
ISTOÉ – Por que essa nova forma de ensinar e aprender surgiu nos esportes?
Gallwey – No mundo dos esportes você tem feedback instantâneo da sua performance. Por exemplo, no tênis, quando comecei a aplicar o método perguntava ao aluno se ele sabia a altura de sua raquete na hora do swing. A maioria não sabia responder. Precisávamos desenvolver a percepção que o atleta tinha do jogo. Quanto mais atento o jogador, maiores as chances do jogo dele melhorar, muitas vezes sem ele sequer pensar que precisa mudar isso ou aquilo. Com o tempo chamei isso de ou autoafinação. Você treina o atleta para prestar atenção em si mesmo. Com o tempo ele volta a aprender como uma criança, sempre muito atenta ao que acontece com ela e no espaço que ela ocupa. O atleta então passa a aprender muito mais rápido. Essa agilidade é mais fácil de encontrar no mundo do esporte. Meu método se baseia na ideia de que é a partir do aumento da percepção que temos de nós mesmos que conseguimos nos melhorar. E isso vale para todos os ambientes.
Gallwey – No mundo dos esportes você tem feedback instantâneo da sua performance. Por exemplo, no tênis, quando comecei a aplicar o método perguntava ao aluno se ele sabia a altura de sua raquete na hora do swing. A maioria não sabia responder. Precisávamos desenvolver a percepção que o atleta tinha do jogo. Quanto mais atento o jogador, maiores as chances do jogo dele melhorar, muitas vezes sem ele sequer pensar que precisa mudar isso ou aquilo. Com o tempo chamei isso de ou autoafinação. Você treina o atleta para prestar atenção em si mesmo. Com o tempo ele volta a aprender como uma criança, sempre muito atenta ao que acontece com ela e no espaço que ela ocupa. O atleta então passa a aprender muito mais rápido. Essa agilidade é mais fácil de encontrar no mundo do esporte. Meu método se baseia na ideia de que é a partir do aumento da percepção que temos de nós mesmos que conseguimos nos melhorar. E isso vale para todos os ambientes.
ISTOÉ – Quais são os fatores que impedem o sucesso?
Gallwey – Quando fazemos uma coisa errada entramos em um estado de questionamento das nossas habilidades. Por exemplo, é comum ouvir de quem erra que “tudo está dando errado” naquele dia. Isso vira uma profecia autorrealizável. Tudo vai dar errado nesse dia se o sujeito pensar dessa maneira. Questionar as próprias habilidades é o jeito mais eficiente de se sabotar. Outra coisa que frequentemente fazemos quando erramos é nos dar instruções baseadas no que julgamos estar errado. Em pouco tempo temos cinco, seis ou sete diferentes instruções acumuladas e já não sabemos mais o que estamos fazendo. É o que eu chamo de acúmulo de vozes internas, que ficam altas demais e em pouco tempo eliminam qualquer chance de bom desempenho. Começar uma atividade com um “eu não consigo fazer isso” também é fatal.
Gallwey – Quando fazemos uma coisa errada entramos em um estado de questionamento das nossas habilidades. Por exemplo, é comum ouvir de quem erra que “tudo está dando errado” naquele dia. Isso vira uma profecia autorrealizável. Tudo vai dar errado nesse dia se o sujeito pensar dessa maneira. Questionar as próprias habilidades é o jeito mais eficiente de se sabotar. Outra coisa que frequentemente fazemos quando erramos é nos dar instruções baseadas no que julgamos estar errado. Em pouco tempo temos cinco, seis ou sete diferentes instruções acumuladas e já não sabemos mais o que estamos fazendo. É o que eu chamo de acúmulo de vozes internas, que ficam altas demais e em pouco tempo eliminam qualquer chance de bom desempenho. Começar uma atividade com um “eu não consigo fazer isso” também é fatal.
ISTOÉ – Então qualquer um pode fazer qualquer coisa contanto que administre esses problemas?
Gallwey – Não necessariamente. Há coisas para as quais você tem potencial. Para essas você consegue se desenvolver. Há coisas, porém, para as quais você não tem vocação. O segredo é descobrir para quais você tem vocação e entrar em um esquema de aprendizado parecido com o de uma criança. As crianças não julgam seus erros. Se elas caem, por exemplo, elas reconhecem o tropeço, entendem o que deu errado, levantam e seguem adiante. Elas não duvidam de si mesmas e assim criam um ambiente ideal de aprendizado. Mas, é claro, a criança sempre teve o potencial, a vocação para a andar. Isso já estava lá. Ela só não atrapalhou o desenvolvimento desse potencial. E é isso que a gente quer para a gente.
Gallwey – Não necessariamente. Há coisas para as quais você tem potencial. Para essas você consegue se desenvolver. Há coisas, porém, para as quais você não tem vocação. O segredo é descobrir para quais você tem vocação e entrar em um esquema de aprendizado parecido com o de uma criança. As crianças não julgam seus erros. Se elas caem, por exemplo, elas reconhecem o tropeço, entendem o que deu errado, levantam e seguem adiante. Elas não duvidam de si mesmas e assim criam um ambiente ideal de aprendizado. Mas, é claro, a criança sempre teve o potencial, a vocação para a andar. Isso já estava lá. Ela só não atrapalhou o desenvolvimento desse potencial. E é isso que a gente quer para a gente.
ISTOÉ – O estresse é o grande mal moderno. Como é que a sua técnica ajuda a lidar com esse problema?
Gallwey – Há três ferramentas do coaching que eu criei a partir da filosofia do jogo interno que ajudam a lidar com o estresse. A primeira é aumentar a percepção que temos de nós mesmos sem nos julgar. Com esse despreendimento reduziremos em muito nosso estresse sem comprometer o olhar cuidadoso que temos de ter com nós mesmos. A segunda é ter muito bem estabelecidos os objetivos que pretendemos alcançar. Isso reduz em muito a ansiedade e, por tabela, o estresse. Saber o que você quer evita que você tente fazer seis coisas diferentes ao mesmo tempo, coisas estas que você, evidentemente, não conseguirá concluir. Por fim, a terceira ferramenta é desenvolver a autoconfiança. Acreditar no próprio potencial ou correr atrás do prejuízo se essa autoconfiança não existir também reduz o estresse.
Gallwey – Há três ferramentas do coaching que eu criei a partir da filosofia do jogo interno que ajudam a lidar com o estresse. A primeira é aumentar a percepção que temos de nós mesmos sem nos julgar. Com esse despreendimento reduziremos em muito nosso estresse sem comprometer o olhar cuidadoso que temos de ter com nós mesmos. A segunda é ter muito bem estabelecidos os objetivos que pretendemos alcançar. Isso reduz em muito a ansiedade e, por tabela, o estresse. Saber o que você quer evita que você tente fazer seis coisas diferentes ao mesmo tempo, coisas estas que você, evidentemente, não conseguirá concluir. Por fim, a terceira ferramenta é desenvolver a autoconfiança. Acreditar no próprio potencial ou correr atrás do prejuízo se essa autoconfiança não existir também reduz o estresse.
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Timothy Gallwey
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Depoimento
Depoimento de um SUPER PROCESSO de Coaching de um cliente SHOW!
Parabéns VOCÊ FEZ A DIFERENÇA!!
Obrigada por poder contribuir com você!
Sucesso SEMPRE Alexandre Souza!
Gabriela Guimarães
Executive & Personal Professional Coach
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quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Depoimento
1. Por que valeu a pena fazer
coaching?
Obtive um crescimento pessoal,
profissional, nos meus relacionamentos, com a minha família, ou seja em todas
as áreas da minha vida. O coaching é incrível, ele traz um crescimento que eu
não imaginava ser possível e que eu era capaz, em pouco tempo. Cada sessão é
uma novidade e não há desperdício de tempo, tudo é aproveitado. Consegui
realizar tarefas, sonhos e mudanças que há muito tempo buscava e agora obtive e
obtenho sucesso.
2. Quais os resultados específicos e
mensuráveis obtidos durante o coaching?
Com o coaching obtive muitas
conquistas segue alguns exemplos:
- Hoje eu me entendo melhor, sei que
eu tenho controle das minhas emoções e de como eu quero estar, sei identificar
os meus medos, bloqueios e todos os sabotadores que atrapalham o desenvolvimento
de ações, ideias e sonhos - tenho todas as ferramentas para elimina-los da
minha vida e focar no desenvolvimento intelectual e em todo potencial que eu
tenho;
- Consegui desenvolver meu TCC, com
empenho, planejamento e com toda alegria posso dizer que entreguei a primeira
parte com excelência, algo que eu buscava há um ano;
- Recuperei a autoestima nos estudos,
com a recuperação das notas em todas as matérias;
- Aprendi a controlar as minhas
emoções;
- Melhorei o relacionamento com meus
pais;
- Aprendi a ser pontual com os
compromissos reduzindo em 90% os atrasos;
- Diminui as discussões com minha
esposa;
- Administro o meu tempo com a minha
família;
- Aprendi a tomar decisões com
segurança e rapidez, aumentando a solidez institucional da minha empresa;
- Hoje eu faço a gestão do meu tempo
e de todos os finais de semana com a minha família; eu planejo, discuto e
decido com a minha esposa o que vamos fazer a cada fim de semana, nas férias, nas finanças e
em nossos negócios, e em tudo isso o coaching ajudou na minha formação e
capacitação para que as escolhas corretas sejam tomadas, com toda segurança. Tenho
certeza também que esta segurança é transmitida para a nossa filha de um ano e
meio, trazendo um ambiente muito melhor para o seu desenvolvimento.
3. Por que você recomendaria um
processo de coaching a outra pessoa?
São ferramentas aplicáveis e
verdadeiras. A cada sessão é possível obter mudanças, só depende da pessoa.
O tempo em cada sessão é 100%
aproveitado. Tudo é fixado de uma forma intrínseca e definitiva no individuo.
Qualquer pessoa pode obter ganho em
todas as áreas de sua vida.
Por isso tudo recomendaria este
método e suas ferramentas com toda certeza.
4. Escreva aqui um depoimento que
expresse sua satisfação e percepção em relação ao processo de coaching e seus
resultados:
É um processo árduo, mas gratificante
e maravilhoso, pois traz ferramentas praticas e aplicáveis. Não é simplesmente
uma palestra motivacional que ao final você sai e tudo volta como era antes,
ocorre uma verdadeira mudança comportamental.
São coisas que você aprende para a
vida, não tenho mais medo de regressar ou esquecer do que eu aprendi, pois não
tem como esquecer de respirar. O coaching faz o mesmo com o seu comportamento e
sua percepção, fica tudo automático, é como se fosse uma necessidade
fisiológica ser assim, como você aprendeu no processo. Os ganhos e resultados
não param.
Obrigado a minha Coach Thaís Bruschi.
Antonio Henrique Medina
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Invista no SEU MODELO DE NEGÓCIO PESSOAL, ou seja, invista em VOCÊ!
VOCÊ profissional liberal, autônomo, prestador de serviço, profissional com carreira em organizações ou quem deseja uma transição de carreira planejada.
Potencialize sua carreira através do Coaching, aprimorando suas competências e desenvolvendo as suas habilidades individuais.
Planeje e foque no seu futuro para alcançar seus objetivos pessoais e profissionais!

VOCÊ profissional liberal, autônomo, prestador de serviço, profissional com carreira em organizações ou quem deseja uma transição de carreira planejada.
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Thaís Bruschi
domingo, 4 de agosto de 2013
Por que o coaching está em alta?
Coaching é um processo estruturado e focado em ações, para ajudar a pessoa progredir em direção às suas metas mais importantes, conquistar seus objetivos e criar sua versão da vida ideal e carreira ideal, através de:
- Investigação, avaliação e reflexão;
- Descoberta pessoal de pontos fracos e qualidades;
- Aumento da consciência de si;
- Aumento da capacidade de responsabilizar-se pela própria vida e carreira;
- Foco em objetivos estabelecidos;
- Feedback e apoio constante do Coach.
O foco da interação entre o Coach e o Coachee (Cliente) é nas possibilidades futuras do cliente e como transformá-las em realidade.
QUAL É A FUNÇÃO DO COACHO termo coach representa o profissional que faz coaching, e sua função é alinhar-se com as metas que o cliente quer atingir e colaborar para que este se responsabilize em consegui-las. Ele orienta o cliente na expansão de suas crenças, de seu poder interno, e o treina nos novos comportamentos e habilidades que o apoiam na conquista de seus objetivos.
QUE RESULTADOS O COACHING PROPORCIONAEstudos buscando calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) de um programa de Coching de executivos, mostrou um ROI de 529%. Executivos que passaram pelo processo de coaching classificaram o retorno quantitativo em mais de 5 vezes o investimento, ou seja, estimaram U$120 mil dólares de valor para um processo que tenha custado U$20 mil dólares (60% dos executivos neste estudo tinham posições de vice-presidência e 30% tinha remuneração acima dos U$200 mil dólares).
Outras conclusões a respeito dos benefícios do Coaching:
- Aumento de produtividade: 53% dos executivos
- Qualidade (48%)
- Organização (48%)
- Retenção dos executivos (32%)
- Atendimento ao cliente (39%)
- Redução de custos (23%)
- Redução de conflitos (52%)
- Trabalho em equipe (67%)
- Relacionamento com pares (63%)
- Relacionamento entre reportes diretos (77%)
- Satisfação no trabalho (61%)
- Comprometimento com a organização (44%)
Estudo feito pela Xerox apontou a perda de 87% das habilidades aprendidas em treinamento, se não houver acompanhamento de Coaching.
Mesmo que o treinamento tenha elevada qualidade, seus resultados ficarão comprometidos no longo prazo na ausência de um programa efetivo de Coaching. Por exemplo, a maior parte da equipe de vendas tentou um novo método por alguns dias, não sentiu-se confortável e retornou rapidamente ao método antigo. (Business Wire)
Estudo publicado no Public Personel Management Journal concluiu que, os executivos que participaram de um treinamento gerencial aumentaram em 22,4% sua produtividade. E aqueles que tiveram Coaching após esse mesmo treinamento aumentaram sua produtividade em 88%.
Mesmo que o treinamento tenha elevada qualidade, seus resultados ficarão comprometidos no longo prazo na ausência de um programa efetivo de Coaching. Por exemplo, a maior parte da equipe de vendas tentou um novo método por alguns dias, não sentiu-se confortável e retornou rapidamente ao método antigo. (Business Wire)
Estudo publicado no Public Personel Management Journal concluiu que, os executivos que participaram de um treinamento gerencial aumentaram em 22,4% sua produtividade. E aqueles que tiveram Coaching após esse mesmo treinamento aumentaram sua produtividade em 88%.
QUE COMPETÊNCIAS PODEM SER DESENVOLVIDAS ATRAVÉS DO COACHINGNo campo empresarial o coaching é usado para aumentar as competências do executivo ou empresário, para que ele se torne um líder mais efetivo, com inteligência emocional mais desenvolvida.
Algumas das áreas de foco mais comum:
- Capacidade de administrar mudanças;
- Habilidade de domar e usar o estresse de maneira positiva;
- Aumento da capacidade de liderança;
- Aumento de produtividade e lucros;
- Aumento de qualidade de vida no ambiente de trabalho;
- Capacidade de trabalhar eficientemente em equipes;
- Melhor capacidade de resolução de conflitos.
No âmbito pessoal contribui para o desenvolvimento da carreira e vai além, ajuda a reavaliar e equilibrar todas as áreas de sua vida. O objetivo é estabelecer as bases para o coachee (cliente) ser a melhor pessoa que pode ser. O cliente aprende a transpor bloqueios que o impedem de atingir as suas metas de vida. Aprende também a usar suas qualidades e força interna para manter o foco nas ações que o levam para sua realidade preferida. A pessoa redescobre sua grandeza, as suas potencialidades, suas forças e se torna o agente responsável pela criação da vida que deseja, com resultados extraordinários.
Informações disponíveis em: http://www.motivacaoeresultados.com.br/coaching.htm
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Entenda o que é o coaching e quais são seus benefícios
O que é coaching?
- Identificar problemas, obstáculos e bloqueios pessoais e profissionais;
- Superar o medo, ansiedade e as convicções limitantes;
- Aumentar o equilíbrio e a harmonia interiores;
- Melhorar o foco, o planejamento e a administração do tempo;
- Melhorar os relacionamentos e a comunicação.
Por falta de informação sobre as características e especificações sobre este
processo, muitas pessoas confundem o coaching com autoajuda, terapia,
consultoria entre outros métodos que são totalmente diferentes do processo de
coaching.
Portanto, coaching é fundamentalmente um processo que utiliza ferramentas e técnicas cientificamente comprovadas para potencializar o desempenho humano, aumentando os resultados na vida pessoal e profissional.
Quais são os benefícios de investir em coaching
Imagine saber aplicar técnicas que auxiliam você a conquistar suas metas, como, por exemplo, emagrecer, alcançar felicidade plena, ampliar sua gestão pessoal e financeira e ter controle emocional. Independentemente de qual seja o seu objetivo, o coaching possibilita isso a você.
Investindo em treinamentos de coaching você desenvolverá suas habilidades para ampliar a sua realização pessoal, profissional, afetiva e financeira, tendo a possibilidade de atuar em uma nova e promissora carreira.
Fonte: Sociedade Brasileira de Coaching
Disponível em: http://www.sbcoaching.com.br/blog/o-que-e-coaching/entenda-o-que-e-o-coaching-e-quais-sao-seus-beneficios/
Portanto, coaching é fundamentalmente um processo que utiliza ferramentas e técnicas cientificamente comprovadas para potencializar o desempenho humano, aumentando os resultados na vida pessoal e profissional.
Quais são os benefícios de investir em coaching
Imagine saber aplicar técnicas que auxiliam você a conquistar suas metas, como, por exemplo, emagrecer, alcançar felicidade plena, ampliar sua gestão pessoal e financeira e ter controle emocional. Independentemente de qual seja o seu objetivo, o coaching possibilita isso a você.
Investindo em treinamentos de coaching você desenvolverá suas habilidades para ampliar a sua realização pessoal, profissional, afetiva e financeira, tendo a possibilidade de atuar em uma nova e promissora carreira.
Fonte: Sociedade Brasileira de Coaching
Disponível em: http://www.sbcoaching.com.br/blog/o-que-e-coaching/entenda-o-que-e-o-coaching-e-quais-sao-seus-beneficios/
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Depoimento após o processo de Reorientação Profissional
Hoje resolvi compartilhar com vocês um depoimento de uma cliente que passou por um processo de REORIENTAÇÃO PROFISSIONAL (com autorização, é claro). Foi uma cliente que realmente se envolveu com o processo, e conseguiu atingir seus objetivos, enfrentar seus medos e fazer suas escolhas.
Acredito que muitos vão se identificar com a história narrada por ela e espero também poder ajudá-los.
Boa semana a todos!
"Sempre me passou pela cabeça a ideia de procurar um psicólogo para me
ajudar a compreender algumas questões mal resolvidas comigo mesma,
principalmente no modo como eu me relacionava ou lidava com pessoas e
conflitos.
Na minha família, nunca tivemos o costume de procurar esse tipo de ajuda
profissional e, muitas vezes, eu pensava nessa minha ideia como capricho que
poderia ser deixado em segundo plano.
Eu sempre fui uma menina muito preocupada em corresponder as expectativas
dos meus pais e familiares, bem como as que eu própria criava, por isso quando
entrei para a faculdade foi como se eu começasse uma fase de extrema
importância para formar a profissional que eu seria no futuro, o que gerou uma
carga e cobrança muito grandes da minha parte e um medo enorme de fracassar.
Foram 5 anos muito difíceis, que acentuavam uma insegurança que eu sempre
tive, pois muitas vezes eu me pegava “auto-sabotando”, tentando me proteger da
decepção de me perceber não tão boa como eu pensava ou gostaria que fosse, e de
não conseguir alcançar as expectativas que as outras pessoas tinham sobre mim.
Depois de uma faculdade e um trabalho final de graduação frustrantes, eu
passei um ano trabalhando na minha área com esperança de ganhar mais segurança
com a experiência. Porém, eu nunca
estava satisfeita com os resultados do meu trabalho, não me sentia motivada e isso prejudicava os
prazos de entrega e, como uma bola de neve, acabava minando ainda mais a minha
segurança em relação ao conhecimento que adquiri durante a faculdade e a
qualidade do meu trabalho.
Foi nesse momento que pensei seriamente na possibilidade de buscar ajuda
profissional, e quando fiz isso tentei ir o mais preparada possível para me
permitir ser ajudada, ouvir coisas que
pudessem não me agradar e me questionar. Fiz o possível para não criar
resistência.
Muitas coisas sobre o processo de reorientação eu havia antecipado, por
exemplo: sabia que eu precisava passar, antes de qualquer coisa, por um
processo de autoconhecimento, e, imaginava também que eu não teria “respostas
prontas” de alguém, mas eu teria que encontrá-las. Mas eu me surpreendi por
como coisas que parecem que foram tão pequenas puderam me fazer perceber
diferenças no meu dia-a-dia.
Conhecer o que me motiva, poder identificar algumas prioridades, que tipo
de situações me atrapalham e o que me ajuda, foi essencial para eu conseguir
fazer escolhas e assumi-las com mais segurança. Durante o processo, não sei bem
como aconteceu, percebi que consigo me aceitar mais, aceitar minhas limitações
e que eu preciso do meu tempo para melhorar o que eu considero importante. Isso me tirou um grande peso.
Não posso dizer que sou uma pessoa completamente diferente, que venci
todos os meus medos e superei minhas inseguranças, mas agora eu consigo
enxergar que eu tenho ferramentas para me ajudar neste processo e que este
processo de mudança não é fácil e nem rápido, mas é possível de acontecer".
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