Reflexão

“Nunca tivemos tantas opções para decidir nosso destino.
Nenhuma escolha será boa, porém, se não soubermos quem somos” (Peter Drucker)


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terça-feira, 19 de julho de 2016


O TOPi foi desenvolvido devido a grande demanda que nosso escritório tem perto da data de abertura de inscrições. Entretanto, o processo de Orientação Profissional dura em torno de 3 meses.
Para atender a esse público que quer confirmar sua escolha, ou ainda partir do zero e definir sua inscrição, criamos esse projeto de imersão.
Geralmente em um processo de Orientação Profissional trabalhamos 10 horas com o cliente, uma vez por semana para ir amadurecendo e desenvolvendo a segurança.
No T.O.P.i são 12 horas intensas e focadas, divididas em 2 dias, onde o adolescente será desafiado e motivado a se conhecer, buscar maiores informações, tendo mais segurança para sua escolha.
Ainda que o adolescente já saiba o curso que irá prestar no vestibular, participar desta vivência vai fortalecer sua confiança e segurança, que são essenciais para manter o foco nos estudos e dar a tranquilidade que ele precisa no momento da prova.

Entre no nosso site, conheça mais sobre o programa e garanta a sua vaga!




domingo, 4 de setembro de 2011

COMO A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL PODE AJUDAR NA HORA DE ESCOLHER A PROFISSÃO?


Adorei esse texto da Gilvanise e acho que vale a pena compartilhar!!!

Boa semana a todos!!!



...




A Orientação Profissional (OP) é um processo que tem por objetivo auxiliar o jovem a direcionar sua vida em termos profissionais.

Se pensarmos bem, o tempo todo estamos envolvidos com escolhas, todos os dias fazemos várias escolhas, algumas mais simples, como decidir a roupa que vamos vestir e outras mais complexas. Mas chega um momento em que parecemos paralisados, bloqueados, que é diante da escolha de que carreira seguir. A dúvida nos consome, assume proporções desastrosas que podem provocar muita angústia, ansiedade, insônia, irritação, mau humor entre outros sintomas. A pergunta que faço é: “se estamos acostumados a fazer escolhas diariamente, porque temos tanta dificuldade quando se trata de escolher a profissão?”.


Um dos motivos está ligado ao fato de que as opções são muitas e, às vezes, achamos que queremos, ou podemos, fazer tudo. São tantos cursos e um tão diferente do outro, mas cada curso com seu atrativo, sua particularidade, fica difícil escolher, porque ao escolhermos um curso, estamos deixando os outros de lado e vem a dúvida: “e se o outro curso fosse melhor para mim?”. Vem o receio de investir em algo que, mais tarde, descobriremos que “não era bem isso que eu queria”.E começamos tudo outra vez. Não que recomeçar seja um problema, muitas vezes é até necessário e recomendável, mas se podemos evitar, porque não prevenir? Assim estaremos economizando tempo, dinheiro e até mesmo preservando nossa saúde, tanto física quanto emocional.


E é aqui que entra a Orientação Profissional, com o objetivo de levar o jovem a refletir sobre a escolha profissional, porque esta é uma decisão importante em nossas vidas. Afinal, escolher um curso não significa apenas dar um rumo à vida profissional, mas, para a maioria dos jovens, significa também dar um passo em direção à vida adulta, às responsabilidades, deveres e ao amadurecimento. E nem sempre estamos preparados para este momento.


Um processo de OP pode durar até dois meses, pois trata-se também de um processo de autoconhecimento, onde o cliente vai conhecer melhor seus interesses, valores, gostos, habilidades, aptidões, potencialidades, bem como conhecer as ansiedades, medos, valores, conflitos e expectativas em relação ao futuro e às profissões. Um processo de OP envolve também pesquisa sobre as profissões e mercado de trabalho, bem como conhecimento das instituições de ensino e seus cursos, entre outros pontos.


Muitos jovens deixam para escolher um curso no último momento e o fazem na base do “cara ou coroa”, marcando qualquer opção, sem refletir, como se fosse uma brincadeira de criança, que não traz maiores conseqüências, porque se encontram desinteressados, perdidos, despreparados e inseguros. E o resultado desse despreparo aparece nas estatísticas: “Na USP, em 2000, 70% dos alunos abandonaram o curso que iniciaram. Em 2002, na UFPR, 50% dos alunos de primeiro ano abandonaram seus cursos.”


Uma vez que a questão da escolha profissional está diretamente ligada à construção de projetos de vida, o jovem tem que pensar no assunto com seriedade, dando à OP a atenção que ela merece e participando ativamente do processo, que pode ser comparado à uma escalada, onde o orientador é aquele que está um pouco à frente porque domina os instrumentos (testes e dinâmicas) e conhece o caminho, no qual já orientou outros clientes, levando na bagagem seu conhecimento, sua experiência pessoal e profissional. Porém, é preciso que o cliente traga também a sua bagagem, ou seja, que participe e que se comprometa com os horários e com as atividades propostas, pois o orientador não é um mágico que vai adivinhar qual profissão tem a ver com o cliente, o que nós, orientadores, fazemos é ‘traduzir’ o que o cliente diz por meio das atividades em ‘linguagem profissional’, quer dizer, vamos montando um quebra-cabeças junto com o cliente, vamos, pouco a pouco, escalando a montanha.


Pode-se dizer que a OP é o primeiro investimento do jovem na sua carreira profissional e, como todo investimento, deve ser feito com profissionais responsáveis, experientes, éticos, conscientes e capacitados. Para conhecer profissionais da área você pode consultar cadastros de orientadores profissionais nos links: www.portalvocacional.com.br ou www.abopbrasil.org.br (Associação Brasileira de Orientação Profissional).


Invista desde já na sua carreira!


Gilvanise Gulicz Vial é psicóloga, orientadora profissional e coordenadora do site www.portalvocacional.com.br.