Reflexão

“Nunca tivemos tantas opções para decidir nosso destino.
Nenhuma escolha será boa, porém, se não soubermos quem somos” (Peter Drucker)


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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Um momento para a mudança

Todos nós temos sonhos. Alguns são pequenos, outros são grandes. A maioria é possível e uma boa parte destes sonhos são bem desafiadores.

Provavelmente você conheça ou já tenha ouvido milhares de história de sonhos que foram realizados, desafios que foram superados e mesmo até de pessoas que se emocionam por nunca terem conseguido alcançar aquilo que desejavam. Vemos também várias histórias de realização após um acidente, uma tragédia ou um trauma e algumas de pessoas que tiveram seus sonhos e brilho nos olhos interrompidos por momentos como estes.

O que distingue as pessoas que realizam seus sonhos daquelas que não conseguem?

Muitas pessoas não valorizam o sonho por ele ser pequeno e por isso acreditam que uma hora, de alguma maneira, aquilo vai acontecer. Outros já vêm o sonho como algo tão grande que seria impossível de realizar, aí adivinhe, também não fazem nada para concretizá-lo.

Muitos esperam um momento, um acontecimento, as vezes até um milagre, para dar um significado, um sentido à vida.

Quando eu for grande...
Quando eu passar no vestibular...
Quando eu arrumar um emprego...
Quando eu for promovido
Quando eu casar...
Quando eu tiver filho...
Quando eu tiver uma casa
Quando eu me aposentar....
Quando...
Quando?

E assim a vida passa...e talvez o momento da realização nunca chegue. Dar tempo, prazo, é essencial, porém esperar por esse momento, ou condicionar a sua felicidade, o seu engajamento, a sua ação para iniciar um sonho, provavelmente não é uma boa estratégia.


Parece que é preciso que algo externo aconteça para tirar a pessoa do “marasmo da vida”, trazendo-a de volta ao mundo real, de possibilidades, escolhas e responsabilidades. E o fato é que as coisas acontecem, o tempo todo, entretanto, nem sempre estamos prontos, abertos ou atentos a estes eventos. Esperamos grandes coisas e não enxergamos as grandes pequenas coisas que acontecem, a todo momento.

A verdade é que não é o tamanho ou complexidade do seu sonho que vai ser determinante para que ele se realize, o que realmente faz a diferença é a importância que você dá a ele.

Se você olhar para você hoje, diria que está satisfeito com a vida que tem? Com as escolhas que fez? Com as realizações que tem alcançado?
Como estão os seus sonhos? Definidos, planejados, guardados ou perdidos?
E as suas ações? O que você faz, o que está fazendo e o que planeja fazer, te aproxima ou te afasta de onde você quer chegar?

Quem não faz pequenas coisas, não realiza grandes coisas. Defina, decida, comece! Faça isso agora! Talvez essa seja a hora! Talvez esse seja o momento que você estava precisando para tomar as rédeas de sua vida e fazer acontecer. Faça acontecer!


Também disponível em: Blog Juntus Coworking

quinta-feira, 6 de março de 2014

Você conhece as suas forças?



Lembre-se: você sempre pode escolher a postura que quer adotar diante de cada situação da vida!
Conheça-se melhor, potencialize suas forças, torne-se mais confiante e siga com determinação e persistência rumo à vitória.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A Corrida

Uma prova de dez quilômetros que eu, como amadora, corri me fez pensar e fazer esta metáfora com a VIDA. Nossa vida nada mais é do que isso, uma corrida, uma corrida pela vida. Durante esse percurso você vê muitas pessoas na largada, de todos os tipos: jovens, mais experientes, amadores, profissionais, aqueles que estão correndo pela primeira vez, outros que pertencem à elite esportiva e que querem chegar ao pódio. Há, ainda, aqueles que querem correr para completar a prova, os que querem melhorar seu próprio tempo, os que estão apenas caminhando.

Nossa vida é exatamente assim: somos diferentes, temos objetivos diferentes, mas estamos na mesma "corrida” chamada de vida. Na largada, as pessoas estão empolgadas, animadas e com sorriso no rosto. Mas, logo no primeiro quilômetro podem ocorrer alguns acidentes, uns torcem o pé e logo têm que abandonar a prova, outros vão em duplas ou em grupo, e talvez,  passando do segundo quilômetro já se perdem, pois o ritmo de cada um é diferente. Também existem aqueles que vão juntos até o final, outros começam no maior pique e vão diminuindo. Outros começam devagar e vão aumentando sua resistência lá na frente.
Há, ainda, aqueles que dão uma caminhadinha e depois voltam a correr, já cheguei a ver aqueles que esperam os amigos, voltam atrás para dar aquela animada naquele que está pensando em desistir. Há participantes que gritam e assim, dão uma injeção de ânimo nos outros. Encontramos pessoas nas ruas que não participam da prova, e ainda assim, estão nos dando forças para cruzar a linha de chegada. A família de alguns corredores acordam cedo, buscam um ponto estratégico para ver toda a corrida, preparam água ou isotônico, traz motivação e registram cada momento, pois esses momentos são especiais e precisam ser fotografados, ficam as lembranças.
Vamos encontrar obstáculos, terá chuva, muito sol, frio também e talvez, desníveis. Cuidado para não cair. Existem pessoas tão motivadas, com tanta vontade que vão correr com gripe, mal estar e tem aqueles, que vão até com alguma contusão. Pois é, essas pessoas não desistem.
Notamos pessoas que passam por nós como um furacão e quase nos derrubam, depois lá na frente, você passa por eles já caminhando. E naquele momento que você está praticamente desistindo, passa por você correndo aquela pessoa e diz: Vamos, estou no teu ritmo. E agora, vamos juntos! Essa pessoa vai contigo até o final da corrida e acaba por virar um amigo. O contrário também acontece, vemos aqueles que desistem e não se sentem fortes. Esses, simplesmente saem de cena.
Vamos falar a verdade: será isso que acontece no dia a dia das nossas vidas? Sim, exatamente!
Estamos numa corrida, e só chegam ao final àqueles que são fortes, determinados, focados e possuem objetivos definidos. Àqueles que sonham, e faz desses sonhos realidade.

Por isso, estabeleça uma meta e prepare-se. Treine muito. Durante o seu percurso você se surpreenderá, pois a DIVERSÃO e a EMOÇÃO estão no seu CAMINHO. Sonhe, lute por aquilo que você deseja e tenha paixão. Momentos difíceis existirão, mas lembre-se do seu objetivo maior. Lembre-se aonde você quer chegar e aí vai ser incrível, no final você é um VENCEDOR!

Texto de Marisol Chiesa
(RH da empresa Apetit)


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Depoimento após o processo de Reorientação Profissional

Hoje resolvi compartilhar com vocês um depoimento de uma cliente que passou por um processo de REORIENTAÇÃO PROFISSIONAL (com autorização, é claro). Foi uma cliente que realmente se envolveu com o processo, e conseguiu atingir seus objetivos, enfrentar seus medos e fazer suas escolhas.
Acredito que muitos vão se identificar com a história narrada por ela e espero também poder ajudá-los.
Boa semana a todos!

"Sempre me passou pela cabeça a ideia de procurar um psicólogo para me ajudar a compreender algumas questões mal resolvidas comigo mesma, principalmente no modo como eu me relacionava ou lidava com pessoas e conflitos.
Na minha família, nunca tivemos o costume de procurar esse tipo de ajuda profissional e, muitas vezes, eu pensava nessa minha ideia como capricho que poderia ser deixado em segundo plano.
Eu sempre fui uma menina muito preocupada em corresponder as expectativas dos meus pais e familiares, bem como as que eu própria criava, por isso quando entrei para a faculdade foi como se eu começasse uma fase de extrema importância para formar a profissional que eu seria no futuro, o que gerou uma carga e cobrança muito grandes da minha parte e um medo enorme de fracassar.
Foram 5 anos muito difíceis, que acentuavam uma insegurança que eu sempre tive, pois muitas vezes eu me pegava “auto-sabotando”, tentando me proteger da decepção de me perceber não tão boa como eu pensava ou gostaria que fosse, e de não conseguir alcançar as expectativas que as outras pessoas tinham sobre mim.
Depois de uma faculdade e um trabalho final de graduação frustrantes, eu passei um ano trabalhando na minha área com esperança de ganhar mais segurança com a experiência.  Porém, eu nunca estava satisfeita com os resultados do meu trabalho,  não me sentia motivada e isso prejudicava os prazos de entrega e, como uma bola de neve, acabava minando ainda mais a minha segurança em relação ao conhecimento que adquiri durante a faculdade e a qualidade do meu trabalho.
Foi nesse momento que pensei seriamente na possibilidade de buscar ajuda profissional, e quando fiz isso tentei ir o mais preparada possível para me permitir ser ajudada, ouvir  coisas que pudessem não me agradar e me questionar. Fiz o possível para não criar resistência.
Muitas coisas sobre o processo de reorientação eu havia antecipado, por exemplo: sabia que eu precisava passar, antes de qualquer coisa, por um processo de autoconhecimento, e, imaginava também que eu não teria “respostas prontas” de alguém, mas eu teria que encontrá-las. Mas eu me surpreendi por como coisas que parecem que foram tão pequenas puderam me fazer perceber diferenças no meu dia-a-dia.
Conhecer o que me motiva, poder identificar algumas prioridades, que tipo de situações me atrapalham e o que me ajuda, foi essencial para eu conseguir fazer escolhas e assumi-las com mais segurança. Durante o processo, não sei bem como aconteceu, percebi que consigo me aceitar mais, aceitar minhas limitações e que eu preciso do meu tempo para melhorar o que eu considero importante.  Isso me tirou um grande peso.
Não posso dizer que sou uma pessoa completamente diferente, que venci todos os meus medos e superei minhas inseguranças, mas agora eu consigo enxergar que eu tenho ferramentas para me ajudar neste processo e que este processo de mudança não é fácil e nem rápido, mas é possível de acontecer".

quarta-feira, 4 de julho de 2012

OrientAÇÃO


Muitos são os caminhos para fazer a escolha profissional e ao contrário do que parece não é nada simples descobrir qual é a nossa verdadeira vocação. Quando me refiro a simples, quero dizer que não basta apenas você saber que gosta de cálculos por exemplo, ou gosta de animais ou então gosta de mexer no computador. Para fazer uma escolha é preciso passar pelo processo de desmistificar  algumas crenças que criamos ao longo de nossa convivência escolar, familiar e social.
A partir dessa fase a pessoa começa a se entender diante de tantas ocupações possíveis nos dias de hoje, ficando muito mais fácil o processo de escolha. A troca de informações durante a orientação profissional faz com que as idéias fiquem claras e a busca pela vocação passe a ser algo instigante e prazeroso, vindo de dentro pra fora até chegar a grande ação de escolha da profissão.

Juliana Canavese – Psicóloga, Orientadora Profissional e Produtora de Kai Woman In Company

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

AGENDE SEU PLANEJAMENTO PARA 2012

O ano já se foi! E os seus objetivos? Foram atingidos? Ou melhor, eles foram definidos?
Já que nessa época fazemos diversos planos, as famosas promessas de ano novo, que tal mudar a estratégia para conseguir elaborar, planejar e concretizar seus sonhos?

Faça diferente, procure um profissional para ajudá-lo neste novo projeto.

Abaixo, compartilho um artigo sobre o assunto. 

Boas festas a todos!!!


Estamos na época de iniciarem-se os planejamentos para 2012 e começam a nascer as famosas promessas que raramente serão cumpridas. A maioria dos profissionais está habituada a este ciclo, que consiste na empolgação inicial, na definição das ações, e depois, no completo esquecimento ao longo do ano seguinte.
Esse costume anual não acontece apenas na área pessoal, muitas empresas passam pela mesma dificuldade. O problema corporativo não é a coordenação de estratégias, mas sua execução ao longo do ano. Segundo empresários e executivos do país foi um ano complicado para diversas áreas. Foi um ano de superações. A crise mundial novamente teve seu ápice e muitos acreditam em uma demora para a recuperação.

Em 2012 o cenário será incerto, mas precisamos acreditar e não parar no meio do caminho, ou entraremos em um círculo vicioso perigoso. O próximo ano pode ser "diferente": a dificuldade ou facilidade dependerá muito de como você vai enfrentar os desafios que certamente aparecerão. Deixe o medo de lado e alavanque o otimismo.
O ano que vem pode ser o ano da produtividade tanto na vida pessoal como corporativo. Para que isso aconteça, determine, por exemplo, qual a importância das ações que você executará em sua empresa e em sua vida. Leve em consideração 2011 para que os erros não se repitam em 2012 e reserve uma hora para fazer o planejamento do seu ano. Abaixo ofereço algumas sugestões que podem ajudá-los nesta tarefa:

Revise o que é importante para você: Ano que vem você precisará de mais foco para não perder tempo à toa. Questione-se e tenha clareza em suas respostas. Que atividades devem focar em 2012 e quais devo descartar? Faça uma lista de "FOCO", depois de concluída faça uma lista de prioridades por ordem de importância. Olhe para os 5 primeiros itens da lista e detalhe um plano de ação na sua agenda para cada um deles.

Use uma agenda: Aproveite para escolher uma ferramenta única, centralizada e prática, em que você possa centralizar todos os seus planos. Tenha uma agenda.
Tenha poucas metas: Não adianta fazer muitos planos, o melhor é focar em poucos objetivos ao longo do ano, mas que sejam relevantes e viáveis. Como roteiro, pense exatamente no que você quer e defina, pense em indicadores (quanto precisará investir) e em uma lista de ações práticas, de curta duração.
Crie pontos de controle: A cada bimestre, agende uma reunião de 1 hora com você mesmo para revisar seus planos, suas metas, seus "FOCOS". Isso diminui o risco de que a promessa caia em desuso ao longo da execução.

Compartilhe seus objetivos com alguém de confiança: Escolha uma pessoa próxima, que ajude você a manter o nível de confiança, motivação e o questione sobre os planos. Pode ser um coaching profissional ou aquele colega que faz você pensar.
Coloque você no seu ano - Quanto mais tempo para você, mais energia para executar seus planos em 2012. Inclua atividades de lazer, esporte, ócio ou o que fizer você "recarregar as baterias" com uma periodicidade quinzenal.

Por fim, não deixe de fazer uma grande inovação que leve em conta o planejamento e a execução das promessas de fim de ano. A minha sugestão para a frase de 2012 é: "Quando há medo, se criam muros. Quando há esperança, se criam pontes".


* Por Silvia OSSO
Disponível em: http://www.rhportal.com.br

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Estudante, aprenda a escolher sua profissão


Orientadora profissional diz que autoconhecimento e pesquisa de mercado são critérios fundamentais na tomada de decisão.

Por Rômulo Martins

Jovens visitam estandes na Feira das Profissões da USPAmanda Aline Barbosa, 16, está no último ano do Ensino Médio e quer ingressar em uma universidade no ano que vem, mas ainda não decidiu o curso. Está em dúvida entre Química e Engenharia. “Tenho medo de escolher uma profissão e não dar certo”, desabafa a jovem.
A estudante foi uma das 60 mil pessoas que passaram pelo Centro de Práticas Esportivas da USP entre os dias 4 e 6 de agosto durante a 5ª edição da Feira das Profissões, em São Paulo. No evento teve a chance de informar-se sobre os cursos oferecidos pela universidade, além de assistir a atrações como o “Show de Física” e de participar de dinâmicas de orientação profissional.
Coordenadora de serviços de orientação profissional da USP, a psicóloga Maria da Conceição Uvaldo afirma ser a pesquisa a melhor maneira de o jovem decidir a carreira. “Às vezes o jovem encasqueta com uma profissão sem ao menos pesquisar sobre a área. Quando entra na faculdade tem uma grande decepção.”

Psicóloga da USP, Maria Conceição Uvaldo
Feiras de profissões são uma ótima oportunidade de conhecer um pouco sobre determinadas carreiras, mas há outras possibilidades, ressalta Maria da Conceição. “Existem as faculdades de Psicologia, que oferecem serviços de orientação profissional. Há ainda a Internet, os sites especializados e os próprios profissionais que atuam na área de interesse do jovem, que podem lhe dar informação.”
Autoconhecimento
Também no último ano do Ensino Médio, Eduarda Ila Muniz, 17, diz gostar de Publicidade, porém foi à feira buscar informações sobre o curso de Arquitetura e Urbanismo. “É uma outra opção. Mas também gosto de criar, mexer com mídias.”
Segundo a psicóloga Maria da Conceição, ainda que a pesquisa seja essencial na escolha da profissão, o jovem precisa se conhecer bem para tomar decisões assertivas. “As disciplinas escolares são apenas um fator a ser levado em conta. É importante descobrir ainda coisas do seu interesse, o que o motiva, o que chama sua atenção em uma revista ou na TV, por exemplo.”
Para a psicóloga, ceder à pressão dos pais não é o melhor caminho. “Muitas vezes os pais têm uma imagem da profissão que não corresponde à realidade, pois o mercado de trabalho muda muito rápido. Convide-os para fazer pesquisas de mercado junto com você.”

Projetos desenvolvidos pelos estudantes da USP foram expostos
A orientadora discorda também da ideia de escolher a profissão com base apenas no retorno financeiro ou porque a carreira está em alta. “O problema enfrentado por muitos profissionais está relacionado à concentração.

Em São Paulo, por exemplo, há uma grande concentração de profissionais de nível superior, mas essa não é uma realidade em todo o Brasil.”



Fonte: http://carreiras.empregos.com.br/