Reflexão

“Nunca tivemos tantas opções para decidir nosso destino.
Nenhuma escolha será boa, porém, se não soubermos quem somos” (Peter Drucker)


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quinta-feira, 9 de março de 2017

Coaching para Resultados Positivos

MUDANÇA DE CARREIRA EM TEMPOS DE CRISE - SAIBA QUANDO É A HORA CERTA.

Buscar informações e avaliar estrategicamente sua carreira agrega muito na hora de tomar decisões e fazer sua escolha. 

Se a profissão de coach tem crescido nos últimos anos é porque as pessoas estão, de fato, buscando direcionamento em busca de resultados mais positivos. Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos, aproximadamente 5 milhões de pequenas empresas já utilizam algum tipo de coaching. 

A psicóloga e coach Thais Bruschi, que possui oito anos de experiência em recolocação profissional, observa que, anos atrás, as pessoas "pulavam" de emprego para emprego. Já hoje, isso não acontece mais.
"Agora o que se busca é a satisfação. Se antes as pessoas viam o trabalho como uma forma de ganhar dinheiro, hoje tem que ser também uma realização para a vida pessoal e profissional. Além disso, as empresas também estão mais interessadas em reter talentos", explica. 

Diante dessa realidade, as sócias Thaís e Gabriela veem a procura por processos de desenvolvimento aumentar significativamente no escritório. "O maior índice de procura são por pessoas que estão realmente buscando uma recolocação profissional. Elas buscam um direcionamento mais certeiro, com o objetivo de se conhecerem melhor e saberem de fato, para onde realmente querem ir, chegar", afirma Gabriela. (M.O.)




Quer saber mais sobre o assunto? Leia, na íntegra, o artigo escrito por Micaela Orikasa da Folha de Londrina em Reportagem publicada da Folha de Londrina no 07.09.2015
Disponível em: 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Nada é para Sempre

A escolha da carreira não precisa ser definitiva; satisfação pessoal, retorno financeiro e qualidade de vida formam o tripé da felicidade profissional

 


Decidir a faculdade que se pretende cursar e a profissão que vai abraçar durante toda a vida é um dos momentos que mais angustiam os adolescentes. E quando, depois de anos de estudo, você passa no vestibular e descobre que o curso não era aquilo que imaginava? Não se sinta sozinho. Muitos vivem essa mesma angústia, mas têm a coragem de mudar o rumo da história e recomeçar, mesmo depois de adultos. 

Lucas de Oliveira Macedo, 21 anos, é um exemplo de que se pode mudar sem grandes traumas. Quando terminou o Ensino Médio, sabia que queria cursar a área de Humanas e ganhar dinheiro com a futura profissão. Começou a fazer Direito e em seis meses largou o curso, para tristeza dos pais. "Não me identifiquei com as disciplinas, minhas notas não foram tão boas quanto eu esperava. Saí", recorda. "Minha família ficou bastante chateada." O rapaz chegou a cogitar Filosofia, mas acabou indo para a Psicologia. "Já estou no 3º ano. É realmente o que quero. E se eu não estivesse feliz, mudaria de novo. Talvez, no futuro ainda faça filosofia", planeja.
 

A psicóloga Thaís Bruschi, com formação em Orientação Profissional de Carreira, afirma que 70% de seus pacientes são jovens que não se adaptaram à universidade e outros que estão descontentes com a vida profissional. Trinta por cento são adolescentes buscando ajuda para descobrir a vocação. "A primeira escolha, em geral, é a profissão que os pais já atuam, ou que é promissora e o jovem faz a projeção em alguém que tem sucesso na área."
 
De acordo com a profissional, dentro da orientação vocacional são vistos três aspectos: a felicidade profissional, o retorno financeiro e qualidade de vida. "Se quebrar um ponto não podemos falar em felicidade profissional", observa. "Não adianta ter o dinheiro e odiar o que faz."
 

Há casos ainda de jovens que cursam determinada faculdade porque foram persuadidos a isso, geralmente pelos pais, mas não terminam nem o primeiro ano. Outros, no entanto, levam o curso até o fim porque acham perda de tempo abandonar. "É grande a taxa de gente insatisfeita", diz Thaís. "E meu propósito que é as pessoas amem a segunda-feira assim como a sexta."
 

A orientadora comenta que às vezes o problema não está na carreira profissional, mas sim na área de atuação. Conta que uma cliente fisioterapeuta estava bastante insatisfeita com seu trabalho e procurou ajuda. "Ela redescobriu a fisioterapia, abriu um estúdio de pilates e pole dance e está muito feliz. É uma empreendedora."
 

Iasmim Obara, de 17 anos, procurou orientação vocacional para escolher seu curso. Aluna do 3º ano do Ensino Médio, até o ano passado não sabia a faculdade que escolheria. "Não tinha noção de nada. Estava perdida", fala a jovem. "Vinha à minha cabeça Direito por causa da influência do meu pai, que sempre falava da profissão." A orientação, segundo Iasmim, ajudou muito. "Na verdade, me fez descobrir que o que realmente gosto está no dia a dia." A estudante está determinada a cursar publicidade e propaganda na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Reportagem publicada da Folha de Londrina no 14.01.2017

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Um momento para a mudança

Todos nós temos sonhos. Alguns são pequenos, outros são grandes. A maioria é possível e uma boa parte destes sonhos são bem desafiadores.

Provavelmente você conheça ou já tenha ouvido milhares de história de sonhos que foram realizados, desafios que foram superados e mesmo até de pessoas que se emocionam por nunca terem conseguido alcançar aquilo que desejavam. Vemos também várias histórias de realização após um acidente, uma tragédia ou um trauma e algumas de pessoas que tiveram seus sonhos e brilho nos olhos interrompidos por momentos como estes.

O que distingue as pessoas que realizam seus sonhos daquelas que não conseguem?

Muitas pessoas não valorizam o sonho por ele ser pequeno e por isso acreditam que uma hora, de alguma maneira, aquilo vai acontecer. Outros já vêm o sonho como algo tão grande que seria impossível de realizar, aí adivinhe, também não fazem nada para concretizá-lo.

Muitos esperam um momento, um acontecimento, as vezes até um milagre, para dar um significado, um sentido à vida.

Quando eu for grande...
Quando eu passar no vestibular...
Quando eu arrumar um emprego...
Quando eu for promovido
Quando eu casar...
Quando eu tiver filho...
Quando eu tiver uma casa
Quando eu me aposentar....
Quando...
Quando?

E assim a vida passa...e talvez o momento da realização nunca chegue. Dar tempo, prazo, é essencial, porém esperar por esse momento, ou condicionar a sua felicidade, o seu engajamento, a sua ação para iniciar um sonho, provavelmente não é uma boa estratégia.


Parece que é preciso que algo externo aconteça para tirar a pessoa do “marasmo da vida”, trazendo-a de volta ao mundo real, de possibilidades, escolhas e responsabilidades. E o fato é que as coisas acontecem, o tempo todo, entretanto, nem sempre estamos prontos, abertos ou atentos a estes eventos. Esperamos grandes coisas e não enxergamos as grandes pequenas coisas que acontecem, a todo momento.

A verdade é que não é o tamanho ou complexidade do seu sonho que vai ser determinante para que ele se realize, o que realmente faz a diferença é a importância que você dá a ele.

Se você olhar para você hoje, diria que está satisfeito com a vida que tem? Com as escolhas que fez? Com as realizações que tem alcançado?
Como estão os seus sonhos? Definidos, planejados, guardados ou perdidos?
E as suas ações? O que você faz, o que está fazendo e o que planeja fazer, te aproxima ou te afasta de onde você quer chegar?

Quem não faz pequenas coisas, não realiza grandes coisas. Defina, decida, comece! Faça isso agora! Talvez essa seja a hora! Talvez esse seja o momento que você estava precisando para tomar as rédeas de sua vida e fazer acontecer. Faça acontecer!


Também disponível em: Blog Juntus Coworking

domingo, 16 de agosto de 2015

Oportunidade de Alavancar sua Carreira

Você conhece alguém que gostaria de:
* Alavancar sua carreira?
* Se destacar no mercado de trabalho?
* Ser mais reconhecido profissionalmente e financeiramente?

Você conhece alguém que às vezes tem a sensação
* de que as pessoas não entendem o que falam?
* de que pode ir mais longe... e quer ir mais longe...
mas que sua comunicação não está ajudando?

Em Outubro nos dias 20 a 26, estará acontecendo o I Conincar - Congresso Internacional de Comunicação para Altos Resultados.


Este Congresso acontecerá 100% online!
Isso significa que você poderá assistir de onde você estiver...sem ter que gastar com passagens e hotel.

Serão mais de 50 Paletras com os melhores e maiores experts em Comunicação... Coaches, psicólogos, gestores, profissionais de RH, que irão compartilhar o que e como fazer para alavancar sua vida profissional.

E tem mais... haverá cases de altos executivos e CEOS de empresa que irão contar o que eles fizeram, como ultrapassaram as maiores barreiras e desafios…

A Coach Thaís Bruschi do time GROOW será uma das Palestrantes convidadas com o tema Potencializando a Comunicação do Líder em 5 Passos.




Ficaremos muito feliz em ter você conectado conosco durante esta oportunidade!

Cada palestra terá uma transmissão gratuita, em dia e horário específico (ps: o cronograma ainda não foi divulgado).
Você só precisa se cadastrar para assistir a minha e todas as outras palestras que você quiser!

Clique aqui para cadastrar-se -> ConincaR

Detalhe, as vagas são limitas!

E se você conhece alguém que também gostaria de ter essa mesma oportunidade que você, de participar deste congresso, convido você nos ajudar a multiplicar este congresso...
Curta e compartilhe nossa fanpage! Fanpage ConincaR.

Mas agora, o primeiro passo é você se inscrever!



Abraços e nos vemos no Congresso!!!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Feedback em Processos Seletivos

Abaixo uma reportagem sobre o Feedback em Processos Seletivos com entrevista da Coach Thaís Bruschi e sua Coachee Alessandra Pitta.

Empresas não dão retorno sobre processo seletivo

Pesquisa revela que 91% dos entrevistados não recebem feedback dos selecionadores

Pesquisa realizada pelo site de empregos Curriculum mostra que 91% dos entrevistados não recebem nenhum retorno de sua participação na entrevista por parte do selecionador. Portanto, se não são classificados, ficam sem receber informação alguma com relação ao término do processo, muito menos acerca de seu desempenho. Dentre os 9% que tiveram um feedback do selecionador, 31% relataram que o tempo médio para recebê-lo é de até uma semana. No entanto, 72% responderam que não recebem explicações quando ele é negativo. O levantamento foi feito este ano e ouviu 9 mil profissionais em todo o País.

A primeira edição da pequisa havia sido feita em 2012 e já apontava para a mesma problemática. Os resultados anteriores mostraram que 83% dos candidatos não receberam nenhuma resposta. Já dos profissionais que obtiveram feedback naquela época (17%), a maioria disse que o tempo médio para retorno era de até uma semana, o que se equipara ao resultado atual. No entanto, mais da metade (51%) disse que nunca recebeu nenhuma explicação sobre os motivos da não aprovação, um número relativamente menor que os 73% da recente pesquisa.

Para Marcelo Abrileri, presidente da empresa, a pesquisa aponta os Recursos Humanos (RH) como vilão da história, mas este setor é também "uma vítima". "Quando questionamos os responsáveis, dizem que dar um retorno não é algo tão simples. Argumentam que possuem muitos processos seletivos ocorrendo ao mesmo tempo e voltar para comunicar a todos é muito difícil, devido ao próprio ritmo do setor e ao acúmulo de trabalho", aponta. Porém, Abrileri afirma que o feedback é extremamente importante para a imagem da empresa e, sobretudo, para o candidato. "É uma questão de respeito com a pessoa, acima de tudo", pontua.

Thaís Bruschi, psicóloga e coach em Londrina, concorda que oferecer um retorno ao candidato, após o fechamento da vaga, é uma demonstração de respeito e compromisso por parte do selecionador e da empresa que ele representa. "Afinal, o candidato se colocou à disposição da empresa selecionadora, dedicou seu tempo, criou expectativas e cumpriu sua parte neste processo. Para a empresa, cria-se uma imagem positiva; para o candidato, ele se sente valorizado, respeitado, ainda que não receba a resposta esperada."

E os números da pesquisa comprovam isso. Questionados sobre a importância de um retorno após a participação em um processo seletivo, 88% disseram ser "muito importante". Acerca dos principais motivos que levam um profissional a desejar uma resposta, 54% dos entrevistados disseram que o gesto demonstra respeito a quem participou da entrevista; 15% pensam que é ideal para não persistir no erro nas próximas vezes; outros 15% afirmaram que é para saber se têm chances numa futura oportunidade; 14% que é para poder seguir em outras entrevistas de emprego; e apenas 2% responderam que é para dar uma resposta a outro selecionador.


Falta de resposta pode afetar imagem

A pesquisa mostra ainda que 95% dos profissionais gostariam de saber quando a vaga foi fechada, mesmo sem terem sido chamados. Outro dado relevante é que 86% dos entrevistados apreciariam saber quantos candidatos concorrem na mesma oportunidade, 98% achariam de bom grado tomar conhecimento das chances de serem chamados para uma entrevista e 90% gostaram da ideia de poder ter um feedback automático do RH.

E qual o motivo das empresas não priorizarem essa etapa? Segundo a coach Thaís Bruschi, algumas empresas simplesmente não consideram este procedimento como uma etapa do processo seletivo e acreditam que fica implícito que se não foi feito o contato é porque o candidato não foi aprovado. "Há, ainda, a questão cultural; os recrutadores não estão acostumados a dar feedback, não aprenderam a fazer isso e não o veem como uma ação estratégica", completa.

Para evitar esta situação, ela sugere que o candidato deve ser informado de todas as etapas do processo que participará. "Se não for possível informá-lo que passou ou não para a próxima etapa, ele ao menos deve ser avisado do prazo máximo para obtenção de tal resposta. Assim, evita-se que o candidato fique ansioso pela espera, sem saber o que está acontecendo. É importante também informar as possíveis formas de contato, como e-mail, SMS, telefonema ou carta via correio."

De acordo com o professor de coaching do Isae FGV, Sócrates Vituri, caso o candidato dependa do retorno para dar resposta a outro selecionador ou, apenas queira saber de sua classificação, o ideal é retornar à empresa num período entre uma e duas semanas se o cronograma não foi apresentado. "O mais correto é que a própria empresa pudesse fazer isso, para fechar um ciclo, e por uma questão de respeito ao candidato que despendeu tempo, deslocamento e investimento financeiro para se candidatar. Além disso, o feedback, ainda que negativo, pode auxiliar o profissional a buscar melhoria de suas competências", resume.

Já com relação à imagem da empresa, Vituri atenta que, em conversas informais, certamente, a postura da empresa em não dar retorno será comentada e mal vista pelos demais. "Isso demonstra como a empresa trata seus colaboradores e de que forma respeita os profissionais. Reflete ainda na imagem corporativa, do comprometimento social que esta possui."(M.T.)

Reportagem de Marian Trigueiros. Disponível em: http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--3057-20140526

26/05/2014 -- 00h00

"Feedback tem que ser baseado nas competências do candidato"

Gustavo Carneiro
"É muito ruim para a pessoa, gera uma ansiedade enorme", queixa-se Alessandra Pitta, que já ficou sem retorno após participar de processo seletivo
O feedback pode ser feito de duas maneiras: comunicado objetivo e padrão – geralmente via e-mail, informando apenas que o candidato não foi selecionado ou, de forma mais elaborada e detalhada, apontando os motivos pelo qual o profissional não passou no processo. "Um ponto de extrema importância para o selecionador é estar atento à legislação quanto ao seu julgamento, pois há diversos aspectos que podem ser considerados como discriminação", reforça a psicóloga e coach Thaís Bruschi.

Nesse caso, o professor Sócrates Vituri comenta que o recrutador deve deixar claro que o candidato não possui o perfil para aquela determinada vaga ou para a empresa no momento. "Tudo deve ser feito de maneira a não ferir a identidade da pessoa. O feedback tem que ser baseado apenas nas competências do candidato", diz, completando que o retorno pode vir acompanhado de apontamentos de possíveis melhorias na formação para uma função ou vaga específica.

A recepcionista bilíngue Alessandra Pitta sabe bem o que é esperar uma resposta e não recebê-la. "Já participei de vários processos seletivos – tanto de empresas quanto de recrutadores – que prometeram dar um retorno ao final do processo e não deram. É muito ruim para a pessoa que está participando, gera uma ansiedade enorme, ainda mais se está desempregado ou tem muito interesse naquela vaga", conta. Ela comenta que alguns recrutadores avisam no momento da entrevista se dão ou não retorno, porém, nem sempre isso acontece e não há "espaço" para perguntar. "Já tive de ligar depois de um tempo para saber minha classificação porque dependia da resposta para decidir sobre outra vaga para a qual tinha sido chamada."

Além do retorno com o resultado, Alessandra diz que gostaria de receber um feedback sobre seu desempenho na seleção, ainda que não tenha conquistado a vaga. "Uma vez cheguei bem longe em um processo de uma grande empresa. Tinha muito interesse e esperança de conseguir a vaga. Mas recebi um e-mail dizendo apenas que não havia passado. Retornei perguntando o motivo e nunca me deram resposta. Gostaria de saber o que não me classificou, porque, certamente, eu iria buscar melhorias para uma outra oportunidade", comenta. (M.T.)

  
Reportagem de Marian Trigueiros. Disponível em: http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--3058-20140526

sexta-feira, 9 de maio de 2014

1, 2, 3...AÇÃO!

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Como está sua lista de coisas a fazer (To Do List)?

Você tem realizado as suas ações? Ou você tem esperança de que a lista se resolverá sozinha?



Aqui vão algumas dicas simples para você otimizar a sua lista e finalmente colocá-la em prática:


1. Inicie cada item da sua lista com um verbo, isso ajuda a simplificar o seu planejamento e tornar a intenção em uma ação;

2. Evite usar verbos que generalizem as suas ações, tais como: planejar, organizar
3. Especifique exatamente o que irá fazer, por exemplo: cadastrar o currículo em dois websites de vagas; fazer orçamento em duas escolas de idiomas para curso de inglês; agendar consulta no médico.

Imagine uma lista com os seguintes itens: planejar casamento e fazer um website. Só de ler e imaginar o tanto de ações envolvidas você já desanima, não é? Por isso especifique o que exatamente você irá planejar do casamento neste momento e o que você fará relacionado ao website, assim você consegue realizar e se sentir satisfeito por ter dado o primeiro passo, ou até mesmo com o resultado já obtido.

4. Determine uma data como prazo para realizar cada ação. Assim você consegue priorizar e sabe por onde começar.
5. Avalie os ganhos e perdas de fazer ou não tais atividades programadas. Isso lhe ajudará eliminar algumas atividades que não são realmente necessárias e te dará o “gás” para realizar aquilo que realmente é importante.

Experimente agora pegar 2 itens que estão pendentes na sua lista de coisas a fazer e aplicar estas dicas. Temos certeza que seguindo essas dicas diariamente conseguirá cumprir seus objetivos e alcançar o que está buscando.





  Texto produzido por Gabriela Guimarães & Thaís Bruschi

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Você é um líder da sua vida?

É com grande satisfação que compartilhamos com vocês nosso artigo que saiu na Revista Perfil Mag deste mês. Esperamos poder contribuir no crescimento de vocês, sempre!

Grande abraço,

Thaís Bruschi, Gabriela Guimarães e Carla Cabestré

Você é um líder da sua vida? 

Você gerencia bem o seu tempo?
Como está a gestão dos seus relacionamentos?
Acredita que tem controle ou influência sobre seus objetivos?
De uma forma geral, você está satisfeito com os seus resultados?
Você se contrataria ou indicaria para alguém como um “líder pessoal”?

A habilidade de liderança não deve ser desenvolvida apenas por aqueles que atuam em cargos de gestão. No dia a dia temos que dar conta de diversos papéis, seja na empresa, em casa, com a família ou com os amigos. Queremos ser ótimos em tudo que fazemos, mas será que isso é possível?

Provavelmente você deve conhecer poucas pessoas que conseguem esse resultado. E com certeza há aquela pessoa que você conhece que faz isso com muita tranquilidade e parece que nada consegue afetá-la. Faz de tudo e está sempre de bem com todo mundo... Qual será o segredo?

O segredo chave para esse resultado é: Liderança! Autogestão! É isso que faz com que algumas pessoas consigam ter ótimos resultados pessoais e profissionais e ainda mantenham seus relacionamentos saudáveis, cumpram suas metas e objetivos, tenham qualidade de vida e, ufa, sejam felizes!

E o que acontece com a maioria das pessoas, aquelas que não têm habilidade de liderança, nem para liderar suas vidas e muito menos para liderar uma equipe? Essas pessoas têm apenas duas opções: (1) aceitarem que são assim mesmo, que estão como a maioria, sobrevivendo, dia após dia e, assim, terão sempre uma vida mediana ou (2) buscarem uma mudança, desenvolvendo as competências necessárias para serem gestores melhores.

Do mesmo modo que você aprendeu a escrever, você pode aprender a ser líder de sua vida. Parece estranho né, mas a ciência pode confirmar isso. Todos os nossos comportamentos são aprendidos. Se você tem ou não uma competência é porque, em algum momento de sua vida, desenvolveu isso. E, se você quer ter resultados diferentes, provavelmente precisa aprender competências diferentes.

Mas de que forma, ou onde você pode buscar isso?

Talvez você já tenha ouvido falar sobre o coaching. Devido aos seus resultados comprovados este processo de desenvolvimento tem ganhado espaço em grandes empresas no mundo todo. O que poucos sabem, porém, é que o coaching é um processo para desenvolvimento de competências e isso abrange tanto a área pessoal como profissional. É um processo para desenvolver comportamentos mais assertivos que conduzirão ao resultado que você almeja.

Nesse trabalho, o cliente assume a responsabilidade e direciona as suas ações em busca do sucesso desejado. Através de metodologias estruturadas, e comprovadas cientificamente, promove o autoconhecimento, a oportunidade de fazer melhores escolhas, de construir e ter o controle de uma vida mais consciente e feliz, tornando-se um ótimo líder de si mesmo.


As pessoas que procuram o coaching sabem que podem produzir mais, ter melhores resultados, mas, por algum motivo, não estão conseguindo. Como contribuímos com estas pessoas? Dando todo o suporte, desafiando-as e conduzindo-as a utilizarem todo o seu potencial para que atinjam o sucesso. Afinal, o seu sucesso é o nosso sucesso!


Publicação na Revista PERFIL Mag Edição 20 - Ano 07

quinta-feira, 6 de março de 2014

Você conhece as suas forças?



Lembre-se: você sempre pode escolher a postura que quer adotar diante de cada situação da vida!
Conheça-se melhor, potencialize suas forças, torne-se mais confiante e siga com determinação e persistência rumo à vitória.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Direcionamento de Carreira



Para uma carreira melhor daqui para frente, qual é o próximo passo na SUA ESTRATÉGIA?Afinal, quem é que mais conhece os valores que te movem para a realização dos seus sonhos profissionais, do que você mesmo?

Reflita e inicie agora mesmo o desenvolvimento de um plano para atingir suas metas profissionais! 
Entre em contato com a Groow - Coaching & DH para estabelecer uma parceria de S.U.C.E.S.S.O. através do Career Coaching!
VOCÊ ENCONTRARÁ SUA MELHOR VERSÃO PARA UTILIZAR SEUS TALENTOS NA POTENCIALIDADE MÁXIMA E DEFINIRÁ ESTRATÉGIAS PARA ATINGIR SEUS OBJETIVOS.
Seja muito bem vindo!

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A Corrida

Uma prova de dez quilômetros que eu, como amadora, corri me fez pensar e fazer esta metáfora com a VIDA. Nossa vida nada mais é do que isso, uma corrida, uma corrida pela vida. Durante esse percurso você vê muitas pessoas na largada, de todos os tipos: jovens, mais experientes, amadores, profissionais, aqueles que estão correndo pela primeira vez, outros que pertencem à elite esportiva e que querem chegar ao pódio. Há, ainda, aqueles que querem correr para completar a prova, os que querem melhorar seu próprio tempo, os que estão apenas caminhando.

Nossa vida é exatamente assim: somos diferentes, temos objetivos diferentes, mas estamos na mesma "corrida” chamada de vida. Na largada, as pessoas estão empolgadas, animadas e com sorriso no rosto. Mas, logo no primeiro quilômetro podem ocorrer alguns acidentes, uns torcem o pé e logo têm que abandonar a prova, outros vão em duplas ou em grupo, e talvez,  passando do segundo quilômetro já se perdem, pois o ritmo de cada um é diferente. Também existem aqueles que vão juntos até o final, outros começam no maior pique e vão diminuindo. Outros começam devagar e vão aumentando sua resistência lá na frente.
Há, ainda, aqueles que dão uma caminhadinha e depois voltam a correr, já cheguei a ver aqueles que esperam os amigos, voltam atrás para dar aquela animada naquele que está pensando em desistir. Há participantes que gritam e assim, dão uma injeção de ânimo nos outros. Encontramos pessoas nas ruas que não participam da prova, e ainda assim, estão nos dando forças para cruzar a linha de chegada. A família de alguns corredores acordam cedo, buscam um ponto estratégico para ver toda a corrida, preparam água ou isotônico, traz motivação e registram cada momento, pois esses momentos são especiais e precisam ser fotografados, ficam as lembranças.
Vamos encontrar obstáculos, terá chuva, muito sol, frio também e talvez, desníveis. Cuidado para não cair. Existem pessoas tão motivadas, com tanta vontade que vão correr com gripe, mal estar e tem aqueles, que vão até com alguma contusão. Pois é, essas pessoas não desistem.
Notamos pessoas que passam por nós como um furacão e quase nos derrubam, depois lá na frente, você passa por eles já caminhando. E naquele momento que você está praticamente desistindo, passa por você correndo aquela pessoa e diz: Vamos, estou no teu ritmo. E agora, vamos juntos! Essa pessoa vai contigo até o final da corrida e acaba por virar um amigo. O contrário também acontece, vemos aqueles que desistem e não se sentem fortes. Esses, simplesmente saem de cena.
Vamos falar a verdade: será isso que acontece no dia a dia das nossas vidas? Sim, exatamente!
Estamos numa corrida, e só chegam ao final àqueles que são fortes, determinados, focados e possuem objetivos definidos. Àqueles que sonham, e faz desses sonhos realidade.

Por isso, estabeleça uma meta e prepare-se. Treine muito. Durante o seu percurso você se surpreenderá, pois a DIVERSÃO e a EMOÇÃO estão no seu CAMINHO. Sonhe, lute por aquilo que você deseja e tenha paixão. Momentos difíceis existirão, mas lembre-se do seu objetivo maior. Lembre-se aonde você quer chegar e aí vai ser incrível, no final você é um VENCEDOR!

Texto de Marisol Chiesa
(RH da empresa Apetit)


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

É tempo de realizar!

O tsuru é um dos origamis mais conhecidos no mundo. Essa dobradura representa o GROU – ave sagrada e popular no Japão que simboliza saúde, fortuna, boa sorte, felicidade e longevidade. Uma lenda desta cultura diz que quem fizer mil tsurus, com o pensamento voltado para aquilo que deseja, terá seu pedido realizado. Ao invés de fazer um pedido ou uma oração sem oferecer nada em troca, no oriente é costume você concretizar algo, cumprir uma tarefa, até que o que deseja seja atingido. Acredita-se que na medida em que a pessoa se dispõe a fazer 1000 objetos semelhantes, está se concentrando naquilo que deseja e isso promove foco e determinação, essenciais para alcançar seus objetivos. Ainda, quem trabalha com origamis desenvolve sua memória, criatividade, raciocínio lógico, percepção visual e espacial, atenção, concentração, alívio de stress e tensões, paciência, tranquilidade e aumenta sua autoestima.

Foco e determinação te levarão aonde você quiser chegar.
A GROOW|Coaching & DH. deseja aos nossos clientes, parceiros e amigos um 2014 repleto de saúde, felicidade e realizações, que você possa enxergar as 365 novas oportunidades de ser plenamente feliz.
Presentear alguém com o tsuru significa sinceros votos de FELICIDADE e LONGEVIDADE!

Compartilhe com todos aqueles que são especiais para você!!!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Entrevista Timothy Gallwey


"Nós criamos boa parte

 dos nossos problemas"


Timothy Gallwey






Consultor de empresas como Apple e Coca-Cola, ele afirma que as pessoas não sabem usar suas próprias habilidades e diz porque temos de aprender como as crianças

  João Loes
Em 1972, o americano Timothy Gallwey, hoje com 73 anos, plantou a semente de uma prática até então quase desconhecida: o coaching. Com o livro “The inner game of tennis” (“O jogo interno do tênis”), publicado naquele ano, ele apresentou uma adaptação para o mundo corporativo do que aprendera nas quadras, como técnico do esporte, ao desenvolver uma forma inovadora de ensinar. Em menos de doze meses o livro vendeu mais de um milhão de cópias só nos Estados Unidos. Todos queriam testar o método de Gallwey, que, basicamente, propõe que todos nós já possuímos boa parte das habilidades que desejamos ter, só precisamos de alguém que nos ajude a fazê-las aflorar. E o coach, ou técnico, é essa pessoa. Com a fama adquirida, o coach, formado em Letras na Universidade Harvard, criou um filão e hoje tem como clientes empresas como Apple e Coca-Cola. Lançou uma série de livros nos quais aplica o conceito para outros esportes, como golfe e ski, e também ao stress, grande mal moderno. Hoje, Gallwey roda o mundo dando palestras e esteve no Brasil pela primeira vez na última semana. De sua casa em Malibu, Los Angeles, ele falou à ISTOÉ e revelou sua última aposta, o coach eletrônico. ”É um software que, com perguntas, estimula a reflexão sobre as qualidades e os defeitos de cada um”, diz. “Quero ajudar os usuários a clarearem suas idéias.”
ISTOÉ – Quais são os problemas mais comuns das pessoas que decidem recorrer a um coach?
Timothy Gallwey – Os clientes que recebo são, em sua maioria, gente de nível gerencial. Eles acham que estão trabalhando demais e aprendendo de menos. Eles executam um volume de tarefas absurdo, mas aprendem pouco com o que fazem. E isso é um problema, principalmente a longo prazo. Se outras equipes aprendem enquanto executam e você só executa, você ficará para trás. Quem me procura costuma estar em busca de algum mecanismo que viabilize o aprendizado durante a execução de uma tarefa banal, diária. Momentos de grande questionamento e dúvida sobre as próprias habilidades também costumam servir de gatilho para a busca de um coach. De maneira geral são pessoas muito estressadas e assustadas que buscam ajuda. E o coaching vai ajudar essas pessoas a usarem as habilidades que elas já tem, mas que estão dormentes. Há quem procure o profissional também apenas para dar mais sentido à própria vida.
ISTOÉ – Falando assim, parece ser uma solução relativamente simples para quase tudo.
Gallwey – Somos nós que criamos boa parte dos nossos problemas. Não é fácil resolvê-los, mas também não é impossível. Nossa cultura tende a focar nos desafios externos, como a competição do mercado, por exemplo. Com o coaching tratamos especificamente dos problemas que a gente cria, que são os maiores e que, muitas vezes, ficam ignorados. Felizmente, hoje cuidar desses problemas não é tão complicado como já foi. Durante algum tempo quem tinha coach ou precisava de um coach era visto como alguém com problemas psicológicos. Poucos gostavam de ser vistos com um coach. Isso mudou. A procura por coaches aumentou e hoje são muitos os executivos que têm o seu. Não é como a terapia, mas tem alguns efeitos parecidos com os da terapia.
ISTOÉ – Como distinguir o profissional sério de um picareta?
Gallwey – Checar se ele integra a Federação Internacional de Coaches é uma opção, embora existam muitos coaches bons por aí que não sejam federados. Verificar as credenciais dele – onde estudou, que empresas ou pessoas já atendeu e quais cursos de especialização fez, também é um bom caminho. Por fim – e esse, a meu ver, é o recurso mais valioso dos contratantes – é marcar uma ou duas sessões de coaching para avaliação. Se o cliente se sentir confortável nas sessões teste, ele pode contratá-lo com segurança. Duas sessões costumam ser suficientes para o cliente ver se o coach é bom.
ISTOÉ – O coaching muda de cultura para cultura? O sr. já atendeu algum brasileiro?
Gallwey – Eu nunca fui coach de um brasileiro. O mais perto que cheguei foi a Argentina. E foi só para um seminário de dois dias em 2010 com pouco mais de 100 pessoas. Ainda existem muitas diferenças entre os vários mercados de coaching. Cada um usa seus métodos, mas não sei se dá para associar a escolha dos métodos com lugares. Eu, por exemplo, uso o método indireto de ensino. Nele tento tirar o melhor do aluno sem dar respostas a suas perguntas ou instruções diretas do tipo faça isso ou aquilo. Eu tento guiar o aluno até que ele encontre a resposta. Outras escolas são mais diretas, com coaches que dão respostas. O método indireto faz a pessoa se virar um pouco mais. E a pessoa se beneficia mais de suas potencialidades dessa maneira. Ela busca recursos em si mesma para chegar às respostas. É menos interferência.
ISTOÉ – Mas o sr. não viu nada de diferente nos latinos, por exemplo, se comparado aos europeus?
Gallwey – Acho que dá pra dizer que, pelo menos na Argentina, a inteligência emocional é bastante evoluída. Principalmente se comparada ao que se tem hoje nos Estados Unidos e na Europa. O problema é que, muitas vezes, a integração entre emoção e razão não está bem estabelecida. Então o sujeito consegue ser muito emocional ou muito racional diante do desafio. Fazer uma mistura equilibrada dos dois ainda é um desafio. E o coach pode ajudar nisso.
ISTOÉ – Como desenvolveu a teoria do jogo interno?
Gallwey – Sempre fui professor. Em 1971 resolvi parar um pouco para um período sabático. Nesse tempo resolvi dar aulas de tênis, um esporte que sempre joguei. Dando as aulas, percebi que, como professor, muitas vezes estava atrapalhando o aluno no seu processo de aprendizado. Percebi que dava muitas instruções e que essas instruções se acumulavam na cabeça dos alunos a ponto de eles não saberem mais como estavam jogando. Os grandes atletas não pensam que vão acertar a bola, eles simplesmente acertam. A mente deles está em silêncio nesse momento. Eles não pensam nos aspectos técnicos da coisa. Isso me fez pensar em uma forma de ensinar os alunos a jogar tênis sem que eu precisasse ensinar tênis a eles.
ISTOÉ – Que resultados obteve?
Gallwey – Resultados espetaculares. Ao deixá-los em paz e dar apenas diretrizes, e não instruções, os alunos começaram a aprender. E aprendiam cada vez mais rápido. Batizei o desafio que esses alunos conseguiram vencer de jogo interno – um jogo em que o medo de perder, a dúvida, a falta de concentração e o estresse são os maiores oponentes. Vi milagres nas quadras com o novo método. São princípios básicos e adaptáveis a muitas situações. Escrevi livros sobre o jogo interno de outros esportes, também do trabalho e do estresse sempre usando esse mesmo sistema.
ISTOÉ – Por que essa nova forma de ensinar e aprender surgiu nos esportes?
Gallwey – No mundo dos esportes você tem feedback instantâneo da sua performance. Por exemplo, no tênis, quando comecei a aplicar o método perguntava ao aluno se ele sabia a altura de sua raquete na hora do swing. A maioria não sabia responder. Precisávamos desenvolver a percepção que o atleta tinha do jogo. Quanto mais atento o jogador, maiores as chances do jogo dele melhorar, muitas vezes sem ele sequer pensar que precisa mudar isso ou aquilo. Com o tempo chamei isso de ou autoafinação. Você treina o atleta para prestar atenção em si mesmo. Com o tempo ele volta a aprender como uma criança, sempre muito atenta ao que acontece com ela e no espaço que ela ocupa. O atleta então passa a aprender muito mais rápido. Essa agilidade é mais fácil de encontrar no mundo do esporte. Meu método se baseia na ideia de que é a partir do aumento da percepção que temos de nós mesmos que conseguimos nos melhorar. E isso vale para todos os ambientes.
ISTOÉ – Quais são os fatores que impedem o sucesso? 
Gallwey – Quando fazemos uma coisa errada entramos em um estado de questionamento das nossas habilidades. Por exemplo, é comum ouvir de quem erra que “tudo está dando errado” naquele dia. Isso vira uma profecia autorrealizável. Tudo vai dar errado nesse dia se o sujeito pensar dessa maneira. Questionar as próprias habilidades é o jeito mais eficiente de se sabotar. Outra coisa que frequentemente fazemos quando erramos é nos dar instruções baseadas no que julgamos estar errado. Em pouco tempo temos cinco, seis ou sete diferentes instruções acumuladas e já não sabemos mais o que estamos fazendo. É o que eu chamo de acúmulo de vozes internas, que ficam altas demais e em pouco tempo eliminam qualquer chance de bom desempenho. Começar uma atividade com um “eu não consigo fazer isso” também é fatal.
ISTOÉ – Então qualquer um pode fazer qualquer coisa contanto que administre esses problemas?
Gallwey – Não necessariamente. Há coisas para as quais você tem potencial. Para essas você consegue se desenvolver. Há coisas, porém, para as quais você não tem vocação. O segredo é descobrir para quais você tem vocação e entrar em um esquema de aprendizado parecido com o de uma criança. As crianças não julgam seus erros. Se elas caem, por exemplo, elas reconhecem o tropeço, entendem o que deu errado, levantam e seguem adiante. Elas não duvidam de si mesmas e assim criam um ambiente ideal de aprendizado. Mas, é claro, a criança sempre teve o potencial, a vocação para a andar. Isso já estava lá. Ela só não atrapalhou o desenvolvimento desse potencial. E é isso que a gente quer para a gente.
ISTOÉ – O estresse é o grande mal moderno. Como é que a sua técnica ajuda a lidar com esse problema?
Gallwey – Há três ferramentas do coaching que eu criei a partir da filosofia do jogo interno que ajudam a lidar com o estresse. A primeira é aumentar a percepção que temos de nós mesmos sem nos julgar. Com esse despreendimento reduziremos em muito nosso estresse sem comprometer o olhar cuidadoso que temos de ter com nós mesmos. A segunda é ter muito bem estabelecidos os objetivos que pretendemos alcançar. Isso reduz em muito a ansiedade e, por tabela, o estresse. Saber o que você quer evita que você tente fazer seis coisas diferentes ao mesmo tempo, coisas estas que você, evidentemente, não conseguirá concluir. Por fim, a terceira ferramenta é desenvolver a autoconfiança. Acreditar no próprio potencial ou correr atrás do prejuízo se essa autoconfiança não existir também reduz o estresse.
Disponível em: http://www.istoe.com.br/