Reflexão

“Nunca tivemos tantas opções para decidir nosso destino.
Nenhuma escolha será boa, porém, se não soubermos quem somos” (Peter Drucker)


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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A Corrida

Uma prova de dez quilômetros que eu, como amadora, corri me fez pensar e fazer esta metáfora com a VIDA. Nossa vida nada mais é do que isso, uma corrida, uma corrida pela vida. Durante esse percurso você vê muitas pessoas na largada, de todos os tipos: jovens, mais experientes, amadores, profissionais, aqueles que estão correndo pela primeira vez, outros que pertencem à elite esportiva e que querem chegar ao pódio. Há, ainda, aqueles que querem correr para completar a prova, os que querem melhorar seu próprio tempo, os que estão apenas caminhando.

Nossa vida é exatamente assim: somos diferentes, temos objetivos diferentes, mas estamos na mesma "corrida” chamada de vida. Na largada, as pessoas estão empolgadas, animadas e com sorriso no rosto. Mas, logo no primeiro quilômetro podem ocorrer alguns acidentes, uns torcem o pé e logo têm que abandonar a prova, outros vão em duplas ou em grupo, e talvez,  passando do segundo quilômetro já se perdem, pois o ritmo de cada um é diferente. Também existem aqueles que vão juntos até o final, outros começam no maior pique e vão diminuindo. Outros começam devagar e vão aumentando sua resistência lá na frente.
Há, ainda, aqueles que dão uma caminhadinha e depois voltam a correr, já cheguei a ver aqueles que esperam os amigos, voltam atrás para dar aquela animada naquele que está pensando em desistir. Há participantes que gritam e assim, dão uma injeção de ânimo nos outros. Encontramos pessoas nas ruas que não participam da prova, e ainda assim, estão nos dando forças para cruzar a linha de chegada. A família de alguns corredores acordam cedo, buscam um ponto estratégico para ver toda a corrida, preparam água ou isotônico, traz motivação e registram cada momento, pois esses momentos são especiais e precisam ser fotografados, ficam as lembranças.
Vamos encontrar obstáculos, terá chuva, muito sol, frio também e talvez, desníveis. Cuidado para não cair. Existem pessoas tão motivadas, com tanta vontade que vão correr com gripe, mal estar e tem aqueles, que vão até com alguma contusão. Pois é, essas pessoas não desistem.
Notamos pessoas que passam por nós como um furacão e quase nos derrubam, depois lá na frente, você passa por eles já caminhando. E naquele momento que você está praticamente desistindo, passa por você correndo aquela pessoa e diz: Vamos, estou no teu ritmo. E agora, vamos juntos! Essa pessoa vai contigo até o final da corrida e acaba por virar um amigo. O contrário também acontece, vemos aqueles que desistem e não se sentem fortes. Esses, simplesmente saem de cena.
Vamos falar a verdade: será isso que acontece no dia a dia das nossas vidas? Sim, exatamente!
Estamos numa corrida, e só chegam ao final àqueles que são fortes, determinados, focados e possuem objetivos definidos. Àqueles que sonham, e faz desses sonhos realidade.

Por isso, estabeleça uma meta e prepare-se. Treine muito. Durante o seu percurso você se surpreenderá, pois a DIVERSÃO e a EMOÇÃO estão no seu CAMINHO. Sonhe, lute por aquilo que você deseja e tenha paixão. Momentos difíceis existirão, mas lembre-se do seu objetivo maior. Lembre-se aonde você quer chegar e aí vai ser incrível, no final você é um VENCEDOR!

Texto de Marisol Chiesa
(RH da empresa Apetit)


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Depoimento


Depoimento de um SUPER PROCESSO de Coaching de um cliente SHOW!

Parabéns VOCÊ FEZ A DIFERENÇA!!

Obrigada por poder contribuir com você! 

Sucesso SEMPRE Alexandre Souza!





Gabriela Guimarães
Executive & Personal Professional Coach

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Depoimento

 Ser coach é um grande privilégio. Acompanhar o desenvolvimento e as mudanças do coachee é gratificante demais. Segue abaixo a avaliação qualitativa que um cliente fez e me autorizou a publicá-la. Parabéns Henrique! Pela dedicação, pela aplicação, pelo desenvolvimento e pelo sucesso!!! Você merece!!

1. Por que valeu a pena fazer coaching?
Obtive um crescimento pessoal, profissional, nos meus relacionamentos, com a minha família, ou seja em todas as áreas da minha vida. O coaching é incrível, ele traz um crescimento que eu não imaginava ser possível e que eu era capaz, em pouco tempo. Cada sessão é uma novidade e não há desperdício de tempo, tudo é aproveitado. Consegui realizar tarefas, sonhos e mudanças que há muito tempo buscava e agora obtive e obtenho sucesso.

2. Quais os resultados específicos e mensuráveis obtidos durante o coaching? 
Com o coaching obtive muitas conquistas segue alguns exemplos:
- Hoje eu me entendo melhor, sei que eu tenho controle das minhas emoções e de como eu quero estar, sei identificar os meus medos, bloqueios e todos os sabotadores que atrapalham o desenvolvimento de ações, ideias e sonhos - tenho todas as ferramentas para elimina-los da minha vida e focar no desenvolvimento intelectual e em todo potencial que eu tenho;
- Consegui desenvolver meu TCC, com empenho, planejamento e com toda alegria posso dizer que entreguei a primeira parte com excelência, algo que eu buscava há um ano;
- Recuperei a autoestima nos estudos, com a recuperação das notas em todas as matérias;
- Aprendi a controlar as minhas emoções;
- Melhorei o relacionamento com meus pais;
- Aprendi a ser pontual com os compromissos reduzindo em 90% os atrasos;
- Diminui as discussões com minha esposa;
- Administro o meu tempo com a minha família;
- Aprendi a tomar decisões com segurança e rapidez, aumentando a solidez institucional da minha empresa;
- Hoje eu faço a gestão do meu tempo e de todos os finais de semana com a minha família; eu planejo, discuto e decido com a minha esposa o que vamos fazer a cada fim de semana, nas férias, nas finanças e em nossos negócios, e em tudo isso o coaching ajudou na minha formação e capacitação para que as escolhas corretas sejam tomadas, com toda segurança. Tenho certeza também que esta segurança é transmitida para a nossa filha de um ano e meio, trazendo um ambiente muito melhor para o seu desenvolvimento.

3. Por que você recomendaria um processo de coaching a outra pessoa?
São ferramentas aplicáveis e verdadeiras. A cada sessão é possível obter mudanças, só depende da pessoa. 
O tempo em cada sessão é 100% aproveitado. Tudo é fixado de uma forma intrínseca e definitiva no individuo.
Qualquer pessoa pode obter ganho em todas as áreas de sua vida.
Por isso tudo recomendaria este método e suas ferramentas com toda certeza.

4. Escreva aqui um depoimento que expresse sua satisfação e percepção em relação ao processo de coaching e seus resultados:
É um processo árduo, mas gratificante e maravilhoso, pois traz ferramentas praticas e aplicáveis. Não é simplesmente uma palestra motivacional que ao final você sai e tudo volta como era antes, ocorre uma verdadeira mudança comportamental.
São coisas que você aprende para a vida, não tenho mais medo de regressar ou esquecer do que eu aprendi, pois não tem como esquecer de respirar. O coaching faz o mesmo com o seu comportamento e sua percepção, fica tudo automático, é como se fosse uma necessidade fisiológica ser assim, como você aprendeu no processo. Os ganhos e resultados não param.

Obrigado a minha Coach Thaís Bruschi.
 Antonio Henrique Medina 

terça-feira, 9 de julho de 2013

EU FIZ COACHING

“EU FIZ COACHING”

Você já viu um atleta talentoso perder porque, na hora H, parecia desconcentrado? Percebeu a falta de garra de um time ou, ao contrário, a incrível performance de outro? É mesmo mais fácil ver tudo isso quando a gente observa a cena de fora, exatamente como faz um coach, termo que significa treinador e migrou do mundo esportivo para o universo das relações profissionais.

'Aprendi a lidar com as emoções de uma forma mais madura'
Maria Isabel Berto Magdaleno de Paiva tem 44 anos e, desde os 24, quando começou a trabalhar, sempre esteve envolvida com a área de RH. Não teve dúvida na hora de escolher o tema da sua pós-graduação - gestão de pessoas-, similar ao do MBA, que fez na Fundação Getúlio Vargas. Mas, mesmo com toda essa bagagem, ficou insegura na hora de assumir o posto de diretora de RH. 'Num momento de grandes mudanças dentro da empresa, senti que precisava de ajuda para me organizar e planejar o futuro', diz Isabel, que, depois de ter acompanhado tanta gente nesse mesmo processo, decidiu usar o coaching a seu favor. Aqui, ela conta a experiência.
Depois de oito meses no cargo, com a empresa passando por uma fase importante de transição, percebi que não estava conseguindo lidar com a alta expectativa da situação. Além disso, era a única mulher na diretoria... Tinha que entender melhor quais eram meus objetivos naquela nova função, e isso era urgente, sob o risco de comprometer questões da empresa e o meu próprio desempenho. Fiz dez sessões individuais, que aconteciam uma vez por semana ou a cada 15 dias, dependendo da minha ansiedade, da disponibilidade e também do quanto eu mesma tinha conseguido fazer das 'lições de casa'. Nesses encontros, relatava meus problemas e o coach fazia perguntas, buscando aguçar meu raciocínio para que eu mesma encontrasse as respostas. À medida que contava minhas dificuldades, ele me dava sugestões e ia me conduzindo com exercícios. Se ia lidar com algum assunto complicado, por exemplo, eu planejava e escrevia tudo antes, como um roteiro: qual era meu objetivo naquela conversa; o que pretendia com tal pessoa; quais resultados queria atingir; assim por diante. Isso ajudava a não sair do foco. Aí praticava com o coach, que me orientava sobre a forma de falar, o tom de voz, a postura, a atitude etc. Parece simples, mas é um processo que exige dedicação e sinceridade, sobretudo consigo mesma. É como se a gente fosse planejar uma viagem. Tenho que descobrir para onde quero ir, que lugares quero conhecer, como vou me preparar... A gente foca o alvo, elabora um plano, pensa em ações e parte para a prática.
O coaching durou quatro meses, mas, até hoje, faço sessões extras quando sinto necessidade. Passar por isso me trouxe mais segurança. Aprendi a controlar minhas emoções, a lidar com elas de uma forma mais madura. Passei a ouvir mais e fiquei mais objetiva. Ganhei como pessoa e como profissional.'

3 perguntas para o especialista

Sílvio Celestino é um coach, o profissional especializado em orientar outros profissionais em busca de certos resultados. Às vezes, a meta é aprimorar a performance pessoal; em outros casos, a ideia é melhorar os relacionamentos ou definir contornos de um novo projeto. Esse processo pode ajudar a crescer, a repensar a carreira e até a vislumbrar outra. Sílvio - ex-empresário da área de tecnologia da informação- refez a sua depois de um coaching, experiência que ele conta no livro Conversa de elevador - Uma fórmula de sucesso para sua carreira (ed. Sedna, 184 págs., R$ 30).

Marie Claire O que acontece no coaching - é como se fosse uma sessão de terapia?
Sílvio Celestino
É diferente do processo terapêutico, que procura explicações no passado. O foco do coaching é no futuro: onde a pessoa pretende chegar e que ações pode realizar para isso. Diálogo é uma boa palavra para definir o que acontece em uma reunião de coaching. Conversando, traçamos um plano para a pessoa atingir determinada meta, e isso vira lição de casa. Na reunião seguinte, avaliamos os resultados desses primeiros passos e, principalmente, a forma como ela agiu, se negociou e transpôs ou não as dificuldades. Se a pessoa não é bem-sucedida nessa etapa, vamos atrás do motivo: estresse, falta de foco, incapacidade de lidar com frustrações? Feito o diagnóstico, o coach usa técnicas que conduzem o profissional a novas ações. Esse processo vai sendo repetido até que ela realize seu desafio.

MC O que leva alguém a fazer coaching? E as empresas, por que chamam um coach?
SC
No primeiro caso, as principais queixas têm a ver com estresse, definição da carreira e equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional. Já no que chamamos de 'coaching executivo', há as dificuldades de comunicação, os problemas nos relacionamentos, a busca por alta performance profissional e questões ligadas à gestão do tempo.

MC O coaching também é indicado para quem tem vontade de mudar de área?
SC
Sim, eu passei por isso. Todo mundo pode enfrentar momentos em que se sente perdido ou quer mudar de profissão e não sabe por onde começar. O processo ajuda a refletir e a ver novas perspectivas a partir de uma visão diferente. Em geral, estamos muito envolvidos em nossas próprias realidades e não é fácil enxergar alternativas. Com o coaching, a pessoa é levada a pensar em aspectos que não está observando e motivada a criar atitudes que viabilizam seu sonho.

ONDE ENCONTRAR Como a prática é relativamente nova e ainda não conta com regulamentação governamental, é importante buscar referências e indicações nas várias entidades que já existem (no Brasil e no mundo) e que conferem credibilidade aos profissionais: Sociedade Brasileira de Coaches (www.sbcoaching.com.br), Federação Internacional de Coaches (www.coachfederation.0rg/ICF), Instituto de Coaching Integrado (www.coachingintegrado.com.br), Lambent do Brasil (www.lambent.com) ligada à International Coaching Community (www.internationalcommunity.com) e FIA - Fundação Instituto de Administração (www.fia.com.br).


QUANTO CUSTA As qualificações e a própria experiência do profissional certamente pesam no valor do coaching, mas, em média, a sessão individual de 60 minutos sai por cerca de R$ 300. Quando o processo acontece dentro de uma empresa, o valor da reunião de 60 minutos pode chegar a R$ 500. Já o coaching em grupo (cinco pessoas, em geral) custa em torno de R$ 2.500 e as sessões duram duas horas.



  
ORGANIZADOS VIVEM MAIS
É o que diz uma pesquisa. Aqui, dicas para ajudar as bagunceiras

Agora você tem mais um motivo para arrumar a bagunça. Um estudo da Universidade da Califórnia (EUA) com 9 mil voluntários mostrou que pessoas organizadas vivem até quatro anos mais do que as desorganizadas. A explicação é simples: 'Os ordeiros tendem a ser mais disciplinados e tomam atitudes mais conscientes em vários aspectos da vida. Assim, são mais saudáveis: fumam e bebem menos, correm menos riscos...', diz o psicólogo Howard Friedman, autor da pesquisa. A personal organizer Luiza Vieira dá dicas para ajudar as desordeiras a diminuírem o caos - pelo menos no escritório.
Agenda
Anote tudo: tarefas, compromissos do dia, pendências. Para que seu tempo renda, tente fazer primeiro o que for mais fácil e deixe o mais difícil e demorado para o final.

Mesa de trabalho
Providencie uma lixeira. Descartar o que é inútil é fundamental para manter tudo em ordem. Em cima da mesa, ficam somente papéis relacionados ao projeto que está atualmente em andamento e objetos usados diariamente, como canetas, grampeador e calculadora. As gavetas devem ser organizadas por categorias: deixe uma delas para objetos pessoais.
Documentos de computador
Os arquivos virtuais devem ser organizados por assunto. Faça semanalmente backup em DVD de tudo que é importante. Promova uma faxina a cada seis meses, apagando os documentos e e-mails de assuntos encerrados. Mantenha separados os arquivos pessoais dos profissionais.



Fonte: Revista Marie Claire – Fev/2009


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A tal da felicidade: transição de carreira sem sobressalto


Professora da FGV mostra como identificar qual movimento de carreira você realmente precisa fazer antes de tomar medidas drásticas
Caroline Marino (redacao.vocesa@abril.com.br)  29/01/2013

Ana Luisa Pilopas, da FGV: o profissional deve entender as razões do seu desejo de mudança                   Crédito: Alexandre Battibugli
Ana Luisa Pilopas, da FGV: o profissional deve entender as razões do seu desejo de mudança - Crédito: Alexandre BattibugliNos últimos três anos, a coach e professora Ana Luisa Pliopas, 
coordenadora do Centro de Estágio e Colocação Profissional (Cecop), da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), recebeu dezenas de executivos em seu escritório dizendo-se insatisfeitos com o trabalho e com vontade de jogar tudo para o alto.

O conselho inicial que ela dá a todos é o mesmo: identificar a fonte do desgosto. Isso porque nem sempre é preciso uma mudança radical, como trocar de profissão, para encontrar a tal felicidade no trabalho. Segundo Ana Luisa, às vezes apenas uma mudança de empresa ajuda. "O profissional deve saber se a insatisfação está na companhia, no chefe ou na atividade em si", diz. Em entrevista a seguir, Ana Luisa, explica como escolher o melhor caminho e fala sobre os obstáculos que podem vir com a mudança.
Quais sinais apontam que é preciso mudar?
Os mais comuns são velhos conhecidos: falta de vontade de ir ao trabalho, sensação de que não está mais evoluindo profissionalmente, redução de esforço para desempenhar as atividades do dia a dia, falta de vontade de ajudar a equipe e mau humor.
Por que, hoje em dia, os profissionais sentem tanta angústia no trabalho que têm?
A insatisfação é normal, principalmente, dos 30 aos 40 anos. Nessa fase, o profissional questiona muito suas escolhas. Sempre existirá algo que você não vai gostar em sua profissão. A questão não é essa, é a maneira com que faz seu trabalho e o propósito que dá a ele. Se você acredita nele e tem prazer na maioria das atividades, é possível ser feliz. Questionar-se sobre seus valores e desejos ajuda a encontrar um emprego que faça sentido. Mas não dá para esperar um trabalho onde você passe 100% do tempo fazendo coisas que você gosta. Isso é ilusão.
Como decidir que caminho seguir?
Alguns exercícios podem ajudar nessa descoberta. Durante uma semana, ao final do dia, analise as atividades que você mais gostou de fazer e dê notas. Isso começa a nortear sua insatisfação. Reserve um tempo fora do trabalho para escrever sobre as coisas que lembra que gostava de fazer no passado e faça uma lista do que não pode faltar em seu trabalho. Para alguns, por exemplo, não pode faltar um ambiente tranquilo, para outras, um horário flexível é essencial, para outros um salário alto é o mais importante.
Para os que decidem fazer a transição mais radical, que é a de mercado, é possível traçar um roteiro para a mudança?
A primeira etapa é a de preparação, de conhecimento pessoal. Identifique quais são suas características pessoais, seus valores, suas preferências, objetivos pessoais e o que realmente você gosta de fazer. Depois disso vem a etapa de exploração. Sabendo mais sobre você, imagine três opções de profissão que você imagina que dariam certo e investigue. Converse com profissionais da área, leia. As pessoas têm muita ilusão quando pensam em carreira. Muitas vezes, vislumbram uma profissão, sem de fato conhecer como é seu dia a dia. Sempre haverá uma parte pesada no trabalho. O recomendado, quando se pensa em fazer uma transição de carreira, é realizar pequenos experimentos.  Veja os detalhes da profissão, como é a rotina de trabalho e como são as pessoas daquela área.
Para assumir uma nova carreira, é preciso saber lidar com as emoções?
Depende da etapa da transição e de qual mudança vai fazer. Se for uma mudança de mercado, depois de ter uma trajetória profissional bem sucedida, pode ser muito traumático, pois o profissional perde grande parte da identidade - ele vai recomeçar, literalmente. Vai trocar uma posição de gerência por um estágio, por exemplo, o que significa voltar a receber ordens. Nem todo mundo aguenta isso. Mas se houver um bom planejamento pessoal e financeiro, a mudança vale a pena.

Disponível em: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/carreira-transicao-tal-felicidade-transicao-carreira-sobressalto-732262.shtml

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Qualidade de Vida no Trabalho: Uma reflexão sobre!



Hoje em dia, as empresas buscam a excelência no trabalho e a qualidade total, seja na oferta de um produto ou serviço. Mas quando pensamos em Qualidade de vida no trabalho, podemos identificar que a Qualidade é parcial e não integral na grande maioria das empresas. Acreditamos que só podemos alcançar a Qualidade de vida no trabalho quando colaborador ou colaboradora se reconhecem naquilo que fazem, acham um sentido nas suas atribuições e as fazem por amor, com intensidade, foco e assim podem atingir os resultados esperados.
É sim desafiador pensar dessa forma e agir nessa mesma direção, mas se faz cada vez mais necessário passar da falta de reconhecimento de si naquilo que se faz, para a total identificação com a missão que aquele cargo tem numa organização. A pessoa que ocupa um determinado papel na empresa tem que ter noção de que está ali para deixar um legado naquele mundo organizacional. Muito mais do que cumprir a carga horária determinada em contrato, o colaborador tem que estar ali pra dar o seu melhor, pela própria satisfação profissional e pelo sucesso da empresa. Isso é congruência e quando uma empresa conseguir atingir este patamar, pode ficar tranqüila com o assunto Qualidade de vida no trabalho.


Juliana Canavese – Psicóloga, Orientadora Profissional e Produtora de Kai Woman In Company

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Felicidade no trabalho é possível!


Colocar a felicidade como meta no campo profissional é bem comum, mas difícil na avaliação de muitos profissionais que têm sempre críticas a fazer do chefe, do ambiente, de alguns colegas e da correria. Ao contrário do que muitos pensam, contudo, ser plenamente satisfeito com a profissão é possível.

“É uma meta alcançável”, afirma o headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Weider Silva. “Essa felicidade está lincada com o indivíduo”, ressalta. Para Silva, o campo profissional não está isolado e recebe interferências de outras áreas da vida, como a familiar, a financeira e a afetiva, por exemplo. “Se um lado está desequilibrado, ele afetará o outro”.

A felicidade no trabalho só se estabelecerá, na avaliação do especialista, quando o conjunto de elementos que forma a nossa vida estiver bem. Mas não precisa estar perfeito. “A questão não é ter nenhum problema, mas saber equilibrar todos os que temos”, considera a consultora de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira.

Para a especialista, o profissional só alcançará a felicidade no trabalho quando ele souber priorizar a qualidade de vida. “Ele tem de tentar relacionar o bem estar dele com o da empresa”, afirma.

Ser feliz

Se você está insatisfeito com o trabalho que tem ou, apesar de gostar do que faz e da empresa onde atua, não se sente plenamente feliz, talvez o problema não esteja mesmo no trabalho. “Às vezes, o profissional acha que está infeliz no trabalho, mas na verdade ele não está bem em outra esfera da vida”, afirma Silva. “Tudo gera impacto”, reforça.

Pensar no que incomoda hoje no trabalho pode ajudar o profissional a resolver alguns nós que impedem que ele se sinta feliz com o que faz ou onde trabalha. Ao identificar os gargalos, ele limpa seu campo de visão e começa a perceber se os problemas estavam relacionados ao seu campo de atuação.

“No trabalho, teremos problemas, enfrentaremos riscos, erraremos e trabalharemos sobre pressão. Mas isso faz parte”, considera Karla. Com isso, considerar esses fatores como motivos para uma possível infelicidade não conta, pois em qualquer lugar onde o profissional esteja ou em qualquer profissão que atue, ele vai encontrar problemas dessas naturezas.

Para se alcançar a felicidade plena no campo profissional, o ideal é aliar todos esses fatores e encará-los do modo mais natural possível. E cada profissional saberá qual a melhor forma de lidar com essas pequenas pedras diárias. Por isso, a felicidade é algo tão particular. “A felicidade está atrelada ao que o profissional quer”, considera Silva.

Os fatores da felicidade

Atingir a felicidade profissional é particular. Mas existem fatores que dão um empurrãozinho para a felicidade aparecer para qualquer um. Fazer o que gosta é o primeiro passo para conseguir alcançar a satisfação na carreira. “Se ele faz o que gosta e não apenas o que tem de fazer, se a remuneração é adequada e se o grupo de convivência é positivo, ele pode ser feliz no trabalho”, afirma Silva.

Além desses, Karla cita como fatores que contribuem para a felicidade na carreira o fato de o profissional ter desafios constantes, se sentir útil, respeitado e reconhecido por colegas e líderes. Contudo, para a especialista, ter relacionamentos respeitosos no ambiente de trabalho, ter perspectivas e segurança são os itens que mais contribuem para a satisfação profissional.

Esses fatores, porém, não são estanques, uma vez que a carreira do profissional, assim como o mercado de trabalho, está em constante mudança. “A felicidade é uma busca contínua”, avalia Karla. “O profissional precisa entender que a felicidade não existe no trabalho em si, mas nele mesmo, no equilíbrio de todos os campos de sua vida”, completa Silva.

Disponivel em: www.administradores.com.br