Reflexão

“Nunca tivemos tantas opções para decidir nosso destino.
Nenhuma escolha será boa, porém, se não soubermos quem somos” (Peter Drucker)


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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Nada é para Sempre

A escolha da carreira não precisa ser definitiva; satisfação pessoal, retorno financeiro e qualidade de vida formam o tripé da felicidade profissional

 


Decidir a faculdade que se pretende cursar e a profissão que vai abraçar durante toda a vida é um dos momentos que mais angustiam os adolescentes. E quando, depois de anos de estudo, você passa no vestibular e descobre que o curso não era aquilo que imaginava? Não se sinta sozinho. Muitos vivem essa mesma angústia, mas têm a coragem de mudar o rumo da história e recomeçar, mesmo depois de adultos. 

Lucas de Oliveira Macedo, 21 anos, é um exemplo de que se pode mudar sem grandes traumas. Quando terminou o Ensino Médio, sabia que queria cursar a área de Humanas e ganhar dinheiro com a futura profissão. Começou a fazer Direito e em seis meses largou o curso, para tristeza dos pais. "Não me identifiquei com as disciplinas, minhas notas não foram tão boas quanto eu esperava. Saí", recorda. "Minha família ficou bastante chateada." O rapaz chegou a cogitar Filosofia, mas acabou indo para a Psicologia. "Já estou no 3º ano. É realmente o que quero. E se eu não estivesse feliz, mudaria de novo. Talvez, no futuro ainda faça filosofia", planeja.
 

A psicóloga Thaís Bruschi, com formação em Orientação Profissional de Carreira, afirma que 70% de seus pacientes são jovens que não se adaptaram à universidade e outros que estão descontentes com a vida profissional. Trinta por cento são adolescentes buscando ajuda para descobrir a vocação. "A primeira escolha, em geral, é a profissão que os pais já atuam, ou que é promissora e o jovem faz a projeção em alguém que tem sucesso na área."
 
De acordo com a profissional, dentro da orientação vocacional são vistos três aspectos: a felicidade profissional, o retorno financeiro e qualidade de vida. "Se quebrar um ponto não podemos falar em felicidade profissional", observa. "Não adianta ter o dinheiro e odiar o que faz."
 

Há casos ainda de jovens que cursam determinada faculdade porque foram persuadidos a isso, geralmente pelos pais, mas não terminam nem o primeiro ano. Outros, no entanto, levam o curso até o fim porque acham perda de tempo abandonar. "É grande a taxa de gente insatisfeita", diz Thaís. "E meu propósito que é as pessoas amem a segunda-feira assim como a sexta."
 

A orientadora comenta que às vezes o problema não está na carreira profissional, mas sim na área de atuação. Conta que uma cliente fisioterapeuta estava bastante insatisfeita com seu trabalho e procurou ajuda. "Ela redescobriu a fisioterapia, abriu um estúdio de pilates e pole dance e está muito feliz. É uma empreendedora."
 

Iasmim Obara, de 17 anos, procurou orientação vocacional para escolher seu curso. Aluna do 3º ano do Ensino Médio, até o ano passado não sabia a faculdade que escolheria. "Não tinha noção de nada. Estava perdida", fala a jovem. "Vinha à minha cabeça Direito por causa da influência do meu pai, que sempre falava da profissão." A orientação, segundo Iasmim, ajudou muito. "Na verdade, me fez descobrir que o que realmente gosto está no dia a dia." A estudante está determinada a cursar publicidade e propaganda na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Reportagem publicada da Folha de Londrina no 14.01.2017

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Um momento para a mudança

Todos nós temos sonhos. Alguns são pequenos, outros são grandes. A maioria é possível e uma boa parte destes sonhos são bem desafiadores.

Provavelmente você conheça ou já tenha ouvido milhares de história de sonhos que foram realizados, desafios que foram superados e mesmo até de pessoas que se emocionam por nunca terem conseguido alcançar aquilo que desejavam. Vemos também várias histórias de realização após um acidente, uma tragédia ou um trauma e algumas de pessoas que tiveram seus sonhos e brilho nos olhos interrompidos por momentos como estes.

O que distingue as pessoas que realizam seus sonhos daquelas que não conseguem?

Muitas pessoas não valorizam o sonho por ele ser pequeno e por isso acreditam que uma hora, de alguma maneira, aquilo vai acontecer. Outros já vêm o sonho como algo tão grande que seria impossível de realizar, aí adivinhe, também não fazem nada para concretizá-lo.

Muitos esperam um momento, um acontecimento, as vezes até um milagre, para dar um significado, um sentido à vida.

Quando eu for grande...
Quando eu passar no vestibular...
Quando eu arrumar um emprego...
Quando eu for promovido
Quando eu casar...
Quando eu tiver filho...
Quando eu tiver uma casa
Quando eu me aposentar....
Quando...
Quando?

E assim a vida passa...e talvez o momento da realização nunca chegue. Dar tempo, prazo, é essencial, porém esperar por esse momento, ou condicionar a sua felicidade, o seu engajamento, a sua ação para iniciar um sonho, provavelmente não é uma boa estratégia.


Parece que é preciso que algo externo aconteça para tirar a pessoa do “marasmo da vida”, trazendo-a de volta ao mundo real, de possibilidades, escolhas e responsabilidades. E o fato é que as coisas acontecem, o tempo todo, entretanto, nem sempre estamos prontos, abertos ou atentos a estes eventos. Esperamos grandes coisas e não enxergamos as grandes pequenas coisas que acontecem, a todo momento.

A verdade é que não é o tamanho ou complexidade do seu sonho que vai ser determinante para que ele se realize, o que realmente faz a diferença é a importância que você dá a ele.

Se você olhar para você hoje, diria que está satisfeito com a vida que tem? Com as escolhas que fez? Com as realizações que tem alcançado?
Como estão os seus sonhos? Definidos, planejados, guardados ou perdidos?
E as suas ações? O que você faz, o que está fazendo e o que planeja fazer, te aproxima ou te afasta de onde você quer chegar?

Quem não faz pequenas coisas, não realiza grandes coisas. Defina, decida, comece! Faça isso agora! Talvez essa seja a hora! Talvez esse seja o momento que você estava precisando para tomar as rédeas de sua vida e fazer acontecer. Faça acontecer!


Também disponível em: Blog Juntus Coworking

domingo, 16 de agosto de 2015

Oportunidade de Alavancar sua Carreira

Você conhece alguém que gostaria de:
* Alavancar sua carreira?
* Se destacar no mercado de trabalho?
* Ser mais reconhecido profissionalmente e financeiramente?

Você conhece alguém que às vezes tem a sensação
* de que as pessoas não entendem o que falam?
* de que pode ir mais longe... e quer ir mais longe...
mas que sua comunicação não está ajudando?

Em Outubro nos dias 20 a 26, estará acontecendo o I Conincar - Congresso Internacional de Comunicação para Altos Resultados.


Este Congresso acontecerá 100% online!
Isso significa que você poderá assistir de onde você estiver...sem ter que gastar com passagens e hotel.

Serão mais de 50 Paletras com os melhores e maiores experts em Comunicação... Coaches, psicólogos, gestores, profissionais de RH, que irão compartilhar o que e como fazer para alavancar sua vida profissional.

E tem mais... haverá cases de altos executivos e CEOS de empresa que irão contar o que eles fizeram, como ultrapassaram as maiores barreiras e desafios…

A Coach Thaís Bruschi do time GROOW será uma das Palestrantes convidadas com o tema Potencializando a Comunicação do Líder em 5 Passos.




Ficaremos muito feliz em ter você conectado conosco durante esta oportunidade!

Cada palestra terá uma transmissão gratuita, em dia e horário específico (ps: o cronograma ainda não foi divulgado).
Você só precisa se cadastrar para assistir a minha e todas as outras palestras que você quiser!

Clique aqui para cadastrar-se -> ConincaR

Detalhe, as vagas são limitas!

E se você conhece alguém que também gostaria de ter essa mesma oportunidade que você, de participar deste congresso, convido você nos ajudar a multiplicar este congresso...
Curta e compartilhe nossa fanpage! Fanpage ConincaR.

Mas agora, o primeiro passo é você se inscrever!



Abraços e nos vemos no Congresso!!!

quarta-feira, 6 de maio de 2015

As suas ações estão te conduzindo para o futuro que você quer ter?

A gestão do tempo é uma das maiores dificuldades para grande parte da população. Temos múltiplos papéis, múltiplas tarefas, múltiplas responsabilidades...e o tempo corre!!!
Entretanto, se você parar para observar, uma boa parte do seu tempo está simplesmente sendo desperdiçada...

Você já teve a sensação de estar fazendo muita coisa, passar o dia corrido, estressado e ao final do dia notar que ainda ficou muito por fazer, ou que você não fez aquilo que realmente precisava? Terrível, não?

Faça a experiência durante essa semana, em todas as atividades que for iniciar, ou que estiver fazendo - as vezes de forma automática - pare e analise, essa atividade está atrelada aos meus objetivos? Está me conduzindo à vida que eu quero ter?

Fazendo isso você aumenta o seu nível de consciência e passa a notar os famosos "ladrões de tempo", tendo maior controle de suas atividades.
Ainda, consegue se organizar de forma mais assertiva para que as suas ações sejam mais estratégicas e que você realmente alcance os seus resultados.

Trabalho, família, amigos, saúde e bem-estar, é possível ter tudo isso se você se organizar melhor e colocar mais foco em suas ações e, principalmente, em cada momento de sua vida. Afinal, o que realmente importa? Qual o futuro que você quer ter?


Texto da Coach Thaís Bruschi

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Redes Sociais: como utilizá-las de forma positiva

Você já parou para pensar quanto tempo fica nas chamadas REDES SOCIAIS?
Há algum tempo, o Facebook, Orkut, e outras redes eram usadas somente quando você tinha acesso ao computador, então, o controle era mais fácil, uma vez que na rua, no banco, quando ia às festas não tinha como saber o que estava acontecendo no mundo virtual.
Porém, com a chegada dos smartphones e a facilidade do acesso à internet, o uso dessas redes ficou muito mais frequente. Onde está faz-se um check-in, conversa-se com colegas sobre algo que está vendo, tira-se uma foto da turma e já compartilha em sua página.
Se você somar, todo esse tempo em que dá uma espiadinha nas últimas atualizações, conversa com um colega, faz check-in, expõe como está se sentindo e visita a página dos amigos para saber como eles estão, quanto tempo você fica conectado? Uma hora, duas, ou talvez até quatro.
O ícone apontando que uma mensagem chegou ou que alguém está conversando com você no chat é uma ótima armadilha para tirar o seu foco de tarefas importantes e se voltar para a rede social. E logo se vão 15, 30, 45 minutos perdidos que, provavelmente, pouco lhe acrescentou.
Responda as perguntas abaixo com sinceridade:
·         O que você ganhou em seu último acesso à rede?
·         De todos os seus amigos, com quantos você realmente mantém contato?
·         Quem ali realmente lhe interessa saber o que está fazendo, onde está ou como está se sentindo?
·         O quanto você está se expondo através de suas fotos e comentários tão particulares, que você contaria a poucos amigos, para pessoas que não têm significado para você?
·         Qual é o seu grande objetivo com a rede social?
·         Qual seu grande objetivo de vida?
·         Ficar nas redes sociais, te aproxima ou te afasta de seus objetivos?
Eu tenho certeza que toda essa facilidade e o acesso às redes sociais lhe proporcionam muitos momentos agradáveis, como ter notícias de amigos que não tem a oportunidade de encontrar sempre, de mandar um recado e ter uma resposta rápida, resolvendo algum problema, de receber o carinho de pessoas especiais através dos comentários.
Então, o que fazer para utilizar essas preciosas, porém perigosas, ferramentas de uma forma mais adequada?
Seguem abaixo algumas dicas para que você drible esses “ladrões de tempo” e passe a ter melhor uso das redes sociais e da sua vida:
Observe o seu uso: em um dia comum, anote todos os momento que se conectou à alguma rede e questione: O que ganhei agora com esse acesso? O que eu poderia ter feito nesse tempo que me agregaria mais valor pessoal e/ou profissional? Provavelmente você vai perceber – e talvez até se assustar - que fica muito mais tempo do que imaginava.
Defina seus objetivos com as redes sociais: levante quais são os benefícios que estar naquela rede social pode lhe trazer. Determine quanto tempo do seu dia você pode e quer se dedicar a estas ações. Levante qual seria o melhor horário, para que não lhe atrapalhe em outras atividades.

Defina seus objetivos pessoais e/ou profissionais: levante quais as perdas/consequencias que estar na rede social pode lhe trazer. Com o tempo estimado de acesso, você poderá pensar em ações mais estratégicas que te aproximem de seus objetivos de vida. Ao invés de ficar 2 horas online por dia, que tal agendar com um colega para tomar um café, ler um livro, assistir um filme ou passar esse tempo com a família?

Monitore o seu uso: esteja consciente dos seus acessos. Todas as vezes que você decidir entrar acessar alguma rede social, defina um objetivo específico com ação e tempo determinado.

Busque alternativas: várias pessoas acabam caindo na armadilha de verificar a linha do tempo quando não têm nada para fazer – durante um intervalo entre uma tarefa e outra, por exemplo – mas a curiosidade toma conta e a pessoa se perde no tempo. Você tem a sensação de ter ficado 3 minutos, mas olha no relógio e está atrasado para voltar do seu almoço, lá se foram seus 20 minutos de descanso. Aproveite este tempo para ouvir uma música, bater um papo com o colega que está ao seu lado, ler um livro, jornal, algo que você veja que tenha valor para você.

Avalie os benefícios: observe a sua produtividade, o seu aproveitamento do tempo e o controle que pode ter da sua vida com o uso sensato das redes sociais. Não deixei que uma ferramenta lhe atrapalhe ou desvie de seus objetivos reais. Seja você o administrador de sua vida.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

É tempo de realizar!

O tsuru é um dos origamis mais conhecidos no mundo. Essa dobradura representa o GROU – ave sagrada e popular no Japão que simboliza saúde, fortuna, boa sorte, felicidade e longevidade. Uma lenda desta cultura diz que quem fizer mil tsurus, com o pensamento voltado para aquilo que deseja, terá seu pedido realizado. Ao invés de fazer um pedido ou uma oração sem oferecer nada em troca, no oriente é costume você concretizar algo, cumprir uma tarefa, até que o que deseja seja atingido. Acredita-se que na medida em que a pessoa se dispõe a fazer 1000 objetos semelhantes, está se concentrando naquilo que deseja e isso promove foco e determinação, essenciais para alcançar seus objetivos. Ainda, quem trabalha com origamis desenvolve sua memória, criatividade, raciocínio lógico, percepção visual e espacial, atenção, concentração, alívio de stress e tensões, paciência, tranquilidade e aumenta sua autoestima.

Foco e determinação te levarão aonde você quiser chegar.
A GROOW|Coaching & DH. deseja aos nossos clientes, parceiros e amigos um 2014 repleto de saúde, felicidade e realizações, que você possa enxergar as 365 novas oportunidades de ser plenamente feliz.
Presentear alguém com o tsuru significa sinceros votos de FELICIDADE e LONGEVIDADE!

Compartilhe com todos aqueles que são especiais para você!!!

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Depoimento

 Ser coach é um grande privilégio. Acompanhar o desenvolvimento e as mudanças do coachee é gratificante demais. Segue abaixo a avaliação qualitativa que um cliente fez e me autorizou a publicá-la. Parabéns Henrique! Pela dedicação, pela aplicação, pelo desenvolvimento e pelo sucesso!!! Você merece!!

1. Por que valeu a pena fazer coaching?
Obtive um crescimento pessoal, profissional, nos meus relacionamentos, com a minha família, ou seja em todas as áreas da minha vida. O coaching é incrível, ele traz um crescimento que eu não imaginava ser possível e que eu era capaz, em pouco tempo. Cada sessão é uma novidade e não há desperdício de tempo, tudo é aproveitado. Consegui realizar tarefas, sonhos e mudanças que há muito tempo buscava e agora obtive e obtenho sucesso.

2. Quais os resultados específicos e mensuráveis obtidos durante o coaching? 
Com o coaching obtive muitas conquistas segue alguns exemplos:
- Hoje eu me entendo melhor, sei que eu tenho controle das minhas emoções e de como eu quero estar, sei identificar os meus medos, bloqueios e todos os sabotadores que atrapalham o desenvolvimento de ações, ideias e sonhos - tenho todas as ferramentas para elimina-los da minha vida e focar no desenvolvimento intelectual e em todo potencial que eu tenho;
- Consegui desenvolver meu TCC, com empenho, planejamento e com toda alegria posso dizer que entreguei a primeira parte com excelência, algo que eu buscava há um ano;
- Recuperei a autoestima nos estudos, com a recuperação das notas em todas as matérias;
- Aprendi a controlar as minhas emoções;
- Melhorei o relacionamento com meus pais;
- Aprendi a ser pontual com os compromissos reduzindo em 90% os atrasos;
- Diminui as discussões com minha esposa;
- Administro o meu tempo com a minha família;
- Aprendi a tomar decisões com segurança e rapidez, aumentando a solidez institucional da minha empresa;
- Hoje eu faço a gestão do meu tempo e de todos os finais de semana com a minha família; eu planejo, discuto e decido com a minha esposa o que vamos fazer a cada fim de semana, nas férias, nas finanças e em nossos negócios, e em tudo isso o coaching ajudou na minha formação e capacitação para que as escolhas corretas sejam tomadas, com toda segurança. Tenho certeza também que esta segurança é transmitida para a nossa filha de um ano e meio, trazendo um ambiente muito melhor para o seu desenvolvimento.

3. Por que você recomendaria um processo de coaching a outra pessoa?
São ferramentas aplicáveis e verdadeiras. A cada sessão é possível obter mudanças, só depende da pessoa. 
O tempo em cada sessão é 100% aproveitado. Tudo é fixado de uma forma intrínseca e definitiva no individuo.
Qualquer pessoa pode obter ganho em todas as áreas de sua vida.
Por isso tudo recomendaria este método e suas ferramentas com toda certeza.

4. Escreva aqui um depoimento que expresse sua satisfação e percepção em relação ao processo de coaching e seus resultados:
É um processo árduo, mas gratificante e maravilhoso, pois traz ferramentas praticas e aplicáveis. Não é simplesmente uma palestra motivacional que ao final você sai e tudo volta como era antes, ocorre uma verdadeira mudança comportamental.
São coisas que você aprende para a vida, não tenho mais medo de regressar ou esquecer do que eu aprendi, pois não tem como esquecer de respirar. O coaching faz o mesmo com o seu comportamento e sua percepção, fica tudo automático, é como se fosse uma necessidade fisiológica ser assim, como você aprendeu no processo. Os ganhos e resultados não param.

Obrigado a minha Coach Thaís Bruschi.
 Antonio Henrique Medina 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A tal da felicidade: transição de carreira sem sobressalto


Professora da FGV mostra como identificar qual movimento de carreira você realmente precisa fazer antes de tomar medidas drásticas
Caroline Marino (redacao.vocesa@abril.com.br)  29/01/2013

Ana Luisa Pilopas, da FGV: o profissional deve entender as razões do seu desejo de mudança                   Crédito: Alexandre Battibugli
Ana Luisa Pilopas, da FGV: o profissional deve entender as razões do seu desejo de mudança - Crédito: Alexandre BattibugliNos últimos três anos, a coach e professora Ana Luisa Pliopas, 
coordenadora do Centro de Estágio e Colocação Profissional (Cecop), da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), recebeu dezenas de executivos em seu escritório dizendo-se insatisfeitos com o trabalho e com vontade de jogar tudo para o alto.

O conselho inicial que ela dá a todos é o mesmo: identificar a fonte do desgosto. Isso porque nem sempre é preciso uma mudança radical, como trocar de profissão, para encontrar a tal felicidade no trabalho. Segundo Ana Luisa, às vezes apenas uma mudança de empresa ajuda. "O profissional deve saber se a insatisfação está na companhia, no chefe ou na atividade em si", diz. Em entrevista a seguir, Ana Luisa, explica como escolher o melhor caminho e fala sobre os obstáculos que podem vir com a mudança.
Quais sinais apontam que é preciso mudar?
Os mais comuns são velhos conhecidos: falta de vontade de ir ao trabalho, sensação de que não está mais evoluindo profissionalmente, redução de esforço para desempenhar as atividades do dia a dia, falta de vontade de ajudar a equipe e mau humor.
Por que, hoje em dia, os profissionais sentem tanta angústia no trabalho que têm?
A insatisfação é normal, principalmente, dos 30 aos 40 anos. Nessa fase, o profissional questiona muito suas escolhas. Sempre existirá algo que você não vai gostar em sua profissão. A questão não é essa, é a maneira com que faz seu trabalho e o propósito que dá a ele. Se você acredita nele e tem prazer na maioria das atividades, é possível ser feliz. Questionar-se sobre seus valores e desejos ajuda a encontrar um emprego que faça sentido. Mas não dá para esperar um trabalho onde você passe 100% do tempo fazendo coisas que você gosta. Isso é ilusão.
Como decidir que caminho seguir?
Alguns exercícios podem ajudar nessa descoberta. Durante uma semana, ao final do dia, analise as atividades que você mais gostou de fazer e dê notas. Isso começa a nortear sua insatisfação. Reserve um tempo fora do trabalho para escrever sobre as coisas que lembra que gostava de fazer no passado e faça uma lista do que não pode faltar em seu trabalho. Para alguns, por exemplo, não pode faltar um ambiente tranquilo, para outras, um horário flexível é essencial, para outros um salário alto é o mais importante.
Para os que decidem fazer a transição mais radical, que é a de mercado, é possível traçar um roteiro para a mudança?
A primeira etapa é a de preparação, de conhecimento pessoal. Identifique quais são suas características pessoais, seus valores, suas preferências, objetivos pessoais e o que realmente você gosta de fazer. Depois disso vem a etapa de exploração. Sabendo mais sobre você, imagine três opções de profissão que você imagina que dariam certo e investigue. Converse com profissionais da área, leia. As pessoas têm muita ilusão quando pensam em carreira. Muitas vezes, vislumbram uma profissão, sem de fato conhecer como é seu dia a dia. Sempre haverá uma parte pesada no trabalho. O recomendado, quando se pensa em fazer uma transição de carreira, é realizar pequenos experimentos.  Veja os detalhes da profissão, como é a rotina de trabalho e como são as pessoas daquela área.
Para assumir uma nova carreira, é preciso saber lidar com as emoções?
Depende da etapa da transição e de qual mudança vai fazer. Se for uma mudança de mercado, depois de ter uma trajetória profissional bem sucedida, pode ser muito traumático, pois o profissional perde grande parte da identidade - ele vai recomeçar, literalmente. Vai trocar uma posição de gerência por um estágio, por exemplo, o que significa voltar a receber ordens. Nem todo mundo aguenta isso. Mas se houver um bom planejamento pessoal e financeiro, a mudança vale a pena.

Disponível em: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/carreira-transicao-tal-felicidade-transicao-carreira-sobressalto-732262.shtml

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Depoimento após o processo de Reorientação Profissional

Hoje resolvi compartilhar com vocês um depoimento de uma cliente que passou por um processo de REORIENTAÇÃO PROFISSIONAL (com autorização, é claro). Foi uma cliente que realmente se envolveu com o processo, e conseguiu atingir seus objetivos, enfrentar seus medos e fazer suas escolhas.
Acredito que muitos vão se identificar com a história narrada por ela e espero também poder ajudá-los.
Boa semana a todos!

"Sempre me passou pela cabeça a ideia de procurar um psicólogo para me ajudar a compreender algumas questões mal resolvidas comigo mesma, principalmente no modo como eu me relacionava ou lidava com pessoas e conflitos.
Na minha família, nunca tivemos o costume de procurar esse tipo de ajuda profissional e, muitas vezes, eu pensava nessa minha ideia como capricho que poderia ser deixado em segundo plano.
Eu sempre fui uma menina muito preocupada em corresponder as expectativas dos meus pais e familiares, bem como as que eu própria criava, por isso quando entrei para a faculdade foi como se eu começasse uma fase de extrema importância para formar a profissional que eu seria no futuro, o que gerou uma carga e cobrança muito grandes da minha parte e um medo enorme de fracassar.
Foram 5 anos muito difíceis, que acentuavam uma insegurança que eu sempre tive, pois muitas vezes eu me pegava “auto-sabotando”, tentando me proteger da decepção de me perceber não tão boa como eu pensava ou gostaria que fosse, e de não conseguir alcançar as expectativas que as outras pessoas tinham sobre mim.
Depois de uma faculdade e um trabalho final de graduação frustrantes, eu passei um ano trabalhando na minha área com esperança de ganhar mais segurança com a experiência.  Porém, eu nunca estava satisfeita com os resultados do meu trabalho,  não me sentia motivada e isso prejudicava os prazos de entrega e, como uma bola de neve, acabava minando ainda mais a minha segurança em relação ao conhecimento que adquiri durante a faculdade e a qualidade do meu trabalho.
Foi nesse momento que pensei seriamente na possibilidade de buscar ajuda profissional, e quando fiz isso tentei ir o mais preparada possível para me permitir ser ajudada, ouvir  coisas que pudessem não me agradar e me questionar. Fiz o possível para não criar resistência.
Muitas coisas sobre o processo de reorientação eu havia antecipado, por exemplo: sabia que eu precisava passar, antes de qualquer coisa, por um processo de autoconhecimento, e, imaginava também que eu não teria “respostas prontas” de alguém, mas eu teria que encontrá-las. Mas eu me surpreendi por como coisas que parecem que foram tão pequenas puderam me fazer perceber diferenças no meu dia-a-dia.
Conhecer o que me motiva, poder identificar algumas prioridades, que tipo de situações me atrapalham e o que me ajuda, foi essencial para eu conseguir fazer escolhas e assumi-las com mais segurança. Durante o processo, não sei bem como aconteceu, percebi que consigo me aceitar mais, aceitar minhas limitações e que eu preciso do meu tempo para melhorar o que eu considero importante.  Isso me tirou um grande peso.
Não posso dizer que sou uma pessoa completamente diferente, que venci todos os meus medos e superei minhas inseguranças, mas agora eu consigo enxergar que eu tenho ferramentas para me ajudar neste processo e que este processo de mudança não é fácil e nem rápido, mas é possível de acontecer".

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

AGENDE SEU PLANEJAMENTO PARA 2012

O ano já se foi! E os seus objetivos? Foram atingidos? Ou melhor, eles foram definidos?
Já que nessa época fazemos diversos planos, as famosas promessas de ano novo, que tal mudar a estratégia para conseguir elaborar, planejar e concretizar seus sonhos?

Faça diferente, procure um profissional para ajudá-lo neste novo projeto.

Abaixo, compartilho um artigo sobre o assunto. 

Boas festas a todos!!!


Estamos na época de iniciarem-se os planejamentos para 2012 e começam a nascer as famosas promessas que raramente serão cumpridas. A maioria dos profissionais está habituada a este ciclo, que consiste na empolgação inicial, na definição das ações, e depois, no completo esquecimento ao longo do ano seguinte.
Esse costume anual não acontece apenas na área pessoal, muitas empresas passam pela mesma dificuldade. O problema corporativo não é a coordenação de estratégias, mas sua execução ao longo do ano. Segundo empresários e executivos do país foi um ano complicado para diversas áreas. Foi um ano de superações. A crise mundial novamente teve seu ápice e muitos acreditam em uma demora para a recuperação.

Em 2012 o cenário será incerto, mas precisamos acreditar e não parar no meio do caminho, ou entraremos em um círculo vicioso perigoso. O próximo ano pode ser "diferente": a dificuldade ou facilidade dependerá muito de como você vai enfrentar os desafios que certamente aparecerão. Deixe o medo de lado e alavanque o otimismo.
O ano que vem pode ser o ano da produtividade tanto na vida pessoal como corporativo. Para que isso aconteça, determine, por exemplo, qual a importância das ações que você executará em sua empresa e em sua vida. Leve em consideração 2011 para que os erros não se repitam em 2012 e reserve uma hora para fazer o planejamento do seu ano. Abaixo ofereço algumas sugestões que podem ajudá-los nesta tarefa:

Revise o que é importante para você: Ano que vem você precisará de mais foco para não perder tempo à toa. Questione-se e tenha clareza em suas respostas. Que atividades devem focar em 2012 e quais devo descartar? Faça uma lista de "FOCO", depois de concluída faça uma lista de prioridades por ordem de importância. Olhe para os 5 primeiros itens da lista e detalhe um plano de ação na sua agenda para cada um deles.

Use uma agenda: Aproveite para escolher uma ferramenta única, centralizada e prática, em que você possa centralizar todos os seus planos. Tenha uma agenda.
Tenha poucas metas: Não adianta fazer muitos planos, o melhor é focar em poucos objetivos ao longo do ano, mas que sejam relevantes e viáveis. Como roteiro, pense exatamente no que você quer e defina, pense em indicadores (quanto precisará investir) e em uma lista de ações práticas, de curta duração.
Crie pontos de controle: A cada bimestre, agende uma reunião de 1 hora com você mesmo para revisar seus planos, suas metas, seus "FOCOS". Isso diminui o risco de que a promessa caia em desuso ao longo da execução.

Compartilhe seus objetivos com alguém de confiança: Escolha uma pessoa próxima, que ajude você a manter o nível de confiança, motivação e o questione sobre os planos. Pode ser um coaching profissional ou aquele colega que faz você pensar.
Coloque você no seu ano - Quanto mais tempo para você, mais energia para executar seus planos em 2012. Inclua atividades de lazer, esporte, ócio ou o que fizer você "recarregar as baterias" com uma periodicidade quinzenal.

Por fim, não deixe de fazer uma grande inovação que leve em conta o planejamento e a execução das promessas de fim de ano. A minha sugestão para a frase de 2012 é: "Quando há medo, se criam muros. Quando há esperança, se criam pontes".


* Por Silvia OSSO
Disponível em: http://www.rhportal.com.br